Oz, o ‘gande’ e ‘teível’

Hey!

Hoje trago a resenha de um dos meus autores favoritos: Stephen King!

Escolhi começar pelo livro “O Cemitério” que é o meu favorito ao lado de “O Iluminado”.

O título da resenha só vai fazer sentido após ler o livro (mais um incentivo para vocês lerem!)

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Louis acabou de se mudar para o Maine (uma cidade que repele qualquer leitor de Stephen King) com a esposa, Rachel e os dois filhos Ellie e Gage e o gato da família, Church; ao conseguir um emprego como médico em uma faculdade. No primeiro dia na casa nova, eles conhecem o vizinho Jude e a sua esposa Norma. Durante a conversa, após alertá-los sobre o perigo da estrada diante de suas casas, Jude conta que há um cemitério de animais no terreno de Louis.

ImagemCapa da adaptação feita em 1989

A primeira fagulha para os problemas no decorrer do livro, se dá no momento em que um estudante da faculdade onde Louis trabalha, morre em sua sala após um acidente. O médico sonha com o rapaz guiando-o até o cemitério de bichos e depois, indo além, até um cemitério indígena escondido atrás do matagal. Louis acorda assustado e aliviado por ter sido um sonho, até perceber que os seus pés estão cobertos de terra.

Imagem Louis e Jude interpretados por Dale Midkiff e Fred Gwynne no filme Cemitério Maldito (1989)

O incidento com o jovem estudante é esquecido até o momento em que o gato de sua filha, Church, morre atropelado na estrada. Preocupado com a reação que a menina possa ter, Louis é levado por Jude até o cemitério indígena onde enterra o gato e tudo está bem, até o momento que o bichano volta.

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Esse é um dos meus livros favoritos ao lado de O Iluminado. King constrói a história de forma magistral, mesmo quando estamos em uma parte mais lenta da trama, permanecemos assustados por não saber o que vai acontecer em seguida.

Ele não é o mestre do terror à toa. Brinca com a nossa cabeça e faz com que tenhamos medo de gatos… Church não é coisa de Deus, meu amigo! Levei vários sustos imaginando aquele gato medonho roçando na minha perna durante a noite.

Há-Há

Uma super leitura, do mestre do terror!

E só mais uma coisinha: Hey! Ho! Let’s Go!

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Publicado por

Bruno M. Foster

Leitor assíduo. Pianista em formação. Aspirante a escritor. Compositor. Apaixonado pelas artes. Fã incondicional de Damien Rice, Amy Lee, Fiona Apple, Lana Del Rey, Gerard Way e Regina Spektor. Idolatra Edgar Allan Poe, George R. R. Martin, Stephen King, William Shakespeare, Arthur Rimbauld, J.K Rowling, Charles Dickens, Jonathan Safran Foer, Álvares de Azevedo, Clarice Lispector, Ernesto Sabato, George Orwell e etc... Comum. Um tanto tímido, mas tentando quebrar alguns muros. Está sempre procurando inspiração nos mais improváveis lugares, desde alguém interessante na rua à uma árvore que parece solitária em uma praça. Superando o negativismo. Aprendendo a não se concentrar no lado ruim do ser humano e passar a observar as coisas boas. Cinéfilo iniciante. Sonha em ser escritor, cantor e dividir os mundos existentes em sua cabeça com as pessoas. Usa o blog para tentar encontrar pessoas com os gostos parecidos ao dele.

2 comentários em “Oz, o ‘gande’ e ‘teível’”

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