#Mágico na TV: Bates Motel

Hey, amiguinhos!

Hoje eu estou aqui para falar de séries de TV. Resolvi começar por uma que simplesmente “blow my mind” recentemente. Estreou esse ano e a 1º temporada só tem 10 episódios. 10 FUCKING EXCELENTES EPISÓDIOS! Falo de Bates Motel.

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Há poucos dias eu fiz um post sobre o filme Psicose aqui no blog e acontece que Bates Motel é um prólogo da história levada aos cinemas pela primeira vez pelo mestre Alfred Hitchcock. Porém, caso você não tenha visto o filme, pode ficar despreocupado que não vai interferir na compreensão da série.

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Norman e Norma Bates interpretados por Freddie Highmore e Vera Farmiga

Após a morte (no mínimo estranha) de seu pai, Norman se muda junto com sua mãe, Norma, para uma cidadezinha (fictícia) pacata de White Pine Bay no Oregon. Norma comprou um antigo Hotel com uma residência atrás para eles, após o antigo dono perder a propriedade pro governo.

Norman é um garoto tímido e totalmente controlado por sua obsessiva mãe; ela toma a frente em todas as decisões, nunca deixando o menino se expressar e tornando-o extremamente dependente dela. No primeiro dia de aula, ele conhece um grupo de meninas simpáticas que logo o puxam para perto delas. De noite, elas retornam até a casa de Norman para convidá-lo à uma “sessão de estudos” (que é um disfarce para uma festa), porém Norma não o deixa sair.

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Revoltado com a forma que a mãe o tratou na frente dos outros, ele resolve fugir – acreditando que era realmente para estudar, surpreendendo as meninas com a sua extrema ingenuidade. É aí que as coisas começam a ficar mais sombrias, o antigo proprietário (um alcoólatra violento) invade a casa e ataca Norma, estuprando-a. Norman chega a tempo e o atinge na cabeça, porém sua mãe, durante um acesso de raiva, mata o beberrão com inúmeras facadas. Então, mãe e filho se veem cúmplices em um crime, já que o garoto a ajuda a sumir com o corpo. O problema é o xerife da cidade, que desconfia da família Bates.

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Fiz esse pequeno resumo baseando-me apenas no 1º episódio, porém a série possui inúmeros arcos e tramas, além de personagens extremamente densos. Posso garantir que não teve 1 episódio sequer que eu achasse mais fraco, os segredos que tanto os protagonistas, quanto a cidade em si guardam, são mais sombrios e perversos do que vocês possam imaginar.

Ponto extra para a atuação IMPECÁVEL da Vera Farmiga e do Freedie Highmore (que com certeza, honrou a memória de Anthony Perkins). Aliás, eu adoro o Freedie, primeiro porque ele interpretou o Charlie em A Fantástica Fábrica de Chocolate – que eu adoro – e segundo, por protagonizar um outro filme que eu curti pra caramba chamado The Art Of Getting By.

É isso.

E que venha a incrível segunda temporada!

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#Artista da Semana: Regina Spektor

Hey!

Perceberam a diferença no título? Então, eu adoro a Regina Spektor e tenho inúmeras músicas dela, porém, nenhum álbum completo; só músicas avulsas. Por isso troquei o título nessa situação. Então, let’s go

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Sempre costumo colocar a tracklist do álbum, porém como estamos em uma situação especial, vou fazer uma com as minhas músicas favoritas:

  1. Eet
  2. Fidelity
  3. Us
  4. The Call
  5. Sansom
  6. Don’t Leave Me
  7. On The Radio
  8. Après Moi
  9. The Calculation
  10. That Time

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Regina nasceu na Rússia, mas ainda nova seus pais emigraram para os EUA por razões financeiras e religiosas pela qual o país passava na época. Começou a estudar piano ainda criança e a importância das aulas, fez com que os pais pensassem duas vezes antes de deixar o país, porém o motivo pelo qual precisavam fazer isso era mais forte. Lançou seu primeiro álbum de forma independente em 2001 intitulado 11:11 e a partir de 2003 assinou com a gravadora Sire.

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Regina tem uma voz fantástica e suas músicas são incríveis, além das letras bem elaboradas. Entrei em contato com ela pela primeira vez, através da música The Call que faz parte da trilha sonora do filme As Crônicas de Nárnia – O Príncipe Caspian, porém, só passei a pesquisar outros trabalhos da cantora há pouco mais de um ano. Não vou falar aqui das minhas músicas favoritas porque já estão na tracklist. Fiquem com um trechinho de uma das minhas músicas favoritas:

“Now we’re back to the beginning
It’s just a feeling and no one knows yet,
but just because they can’t feel it too
doesn’t mean that you have to forget
Let your memories grow stronger and stronger
‘til they’re before your eyes

You’ll come back when they call you,
no need to say goodbye”

#Mágico no cinema: Psicose – Alfred Hitchcock

E lá vou eu começando algo novo (que na verdade já deveria ter começado desde o início do blog). Percebi que ainda não tinha falado de filmes (e ainda não falei de séries também ha-ha) e por isso resolvi – finalmente – postar algo.

Estou aqui para falar de um filme que eu assisti recentemente e que, apesar de conhecê-lo há muito tempo, não faço ideia o porquê de eu não ter assistido antes. Estou falando de Psicose do diretor Alfred Hitchcock (que se baseou no livro do mesmo título – que eu também preciso ler um dia).

E fiquem tranquilos, pois não terá spoiler!

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  • Título: Psicose (ENG: Psycho)
  • Duração: 109 minutos
  • Ano: 1960

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O filme começa com Marion Crane que trabalha como secretária em uma imobiliária. Certo dia, seu chefe – que a considera de confiança – pede para que ela deposite o pagamento feito por um de seus clientes; o valor era de $40 mil dólares. Tentada pela quantidade de dinheiro ali em suas mãos, Marion resolve roubá-lo e sair da cidade.

Durante a viagem, sentindo-se cansada, ela resolve procurar um lugar para descansar e então descobre um hotel à beira da falência (que chegou a esse estado por causa de um desvio na autoestrada). Marion encontra o lugar perfeito e é naquele lugar que ela conhece o proprietário Norman Bates; um rapaz simpático, mas estranho, um tanto tímido e tem como hobby a taxidermia. Norman é controlado pela mãe (a quem Marion ouve apenas a voz vinda de dentro da casa). E é assim que as coisas começam a ficar cada vez mais estranhas.

Paro por aqui, pois tudo que eu contar a partir desse momento pode ser considerado spoiler!

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ELENCO:

  • Janet Leigh = Marion Crane
  • Anthony Perkins = Norman Bates
  • Martin Balsam = Detetive Arbogast
  • Vera Miles = Lila Crane
  • John Gavin = Sam Loomis

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Um filme fantástico!

Toda a ambientação construida por Hitchcock é genial, as cenas de suspense nos deixa roendo as unhas. Aliás uma das coisas mais legais do filme é o quanto ele nos deixa agoniados em certos momentos. E ainda tem o final… OH God… Que final… As revelações são surpreendentes, algo que eu não consegui imaginar em nenhum momento. Minha dica para quem for assistir é: se imaginem vivendo naquela época, assim os efeitos especiais vão te surpreender.

Estou sedento para ler o livro…

Ps: e o que é o Norman Bates? Que personagem incrível! Anthony Perkins o interpretou de forma genial…

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Mariazinha enfezadinha, o que tem no seu jardim?

Hoje eu vou fazer a resenha de um livro que inspirou um dos filmes mais queridos da minha infância (infelizmente só fiquei sabendo da existência do livro esse ano, shame on me): O Jardim Secreto da escritora Frances Hodgson Burnett.

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Mary Lennox é uma garotinha de dez anos mandona, mimada e mal-humorada que vive na Índia com os seus pais – que a ignoram totalmente – sendo assim, criada por sua aia que obedece a todos os seus caprichos. Um dia em um surto de cólera, seus pais morrem contaminados fazendo com que a menina seja enviada a Yorkshire (Inglaterra) para viver com o seu tio.

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Mary Lennox interpretada por Kate Maberly na adaptação de 1993

Chegando lá descobre que o seu tio é um homem que está sempre viajando e quando está em casa, se mantém trancado em seu escritório. A mansão onde vive possui 100 quartos, além de um jardim colossal. Mary é deixada em um quarto pela governanta – Sra. Medlock – e é avisada para não ficar perambulando pela casa, além de que, não terá mais alguém cuidando dela (isso se prova um desafio já que Mary nunca fez nada sozinha).

A única pessoa que tem contato é com a empregada – Martha – que traz as suas refeições e limpa o quarto. Martha é uma típica “caipira” com o seu sotaque forte e o fato de falar sem parar. Acha engraçado como uma menina de 10 anos é incapaz até de calçar os próprios sapatos sem ajuda – é assim que Mary começa a perder todo aquele “ar imperial” que comanda a sua personalidade.

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Mary Lennox e Dickon – interpretado por Andrew Knott

Há vários jardins na mansão e um dia, enquanto Mary explora o local, acaba encontrando um que está trancado há dez anos. Após uma busca incessante, a garota acaba encontrado a chave que estava enterrada com a ajuda de um passarinho e então, entra; descobrindo um lugar abandonado, mas ainda com alguma esperança. A menina começa a cuidar do jardim secreto e à medida que vai fazendo isso, ela vai mudando; se torna mais dócil e sua aparência de criança doente deu lugar para a de uma saudável.

O jardim começa a prosperar quando Mary recebe a ajuda de Dickon (irmão mais novo de Martha e o meu personagem favorito do livro) que tem o dom com a natureza, se dando bem com os bichos e sabendo tudo sobre plantas.

Porém, um mistério ainda perturba a pequena Mary: os barulhos que ela ouve a noite. Ela acredita ser um choro, mesmo com Martha lhe explicado que é apenas o vento. Durante certa madrugada, ela resolve investigar e é aí que conhece o Colin – o filho de seu tio, um garotinho que passou a vida toda na cama, acreditando que está seriamente doente e que poderá morrer a qualquer momento; o garoto tem o gênio tão ruim quanto o que Mary tinha, além dos seus ataques histéricos quando algo não sai do jeito que quer. E é assim, que nasce uma amizade entre os dois.

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A história do livro é fantástica e me trouxe a infância de volta, com toda aquela curiosidade típica, as brincadeiras e o modo único de ver o mundo – que após crescermos, jamais recuperamos. O mais legal de tudo é a metáfora do jardim, pois as duas crianças (Colin e Mary) começaram como jardins abandonados, que ninguém tratava ou acreditava ter cura e a medida que a primavera se aproxima e as flores nascem naquele lugar desolado, algo floresce nos dois; algo tão puro quanto: a esperança. Considero Dickon o tratador do jardim, o menino especial que trouxe uma outra visão do mundo para os dois, assim como a mãe dele – uma mulher simples, mas muito sábia e a primeira pessoa a encorajar Mary ao dar a corda de pular de presente para a menina. O filme também é muito bom e bonito, minha única crítica é terem cortado a aparição da mãe de Dickon e Martha. Recomendado para todas as idades, pois traz belas mensagens.

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Mary, Dickon e Colin (interpretado por Heydon Prowse)

#Álbum da Semana: Within Temptation – The Heart Of Everything

Após um pequeno sumiço, voltei! E resolvi começar com o álbum da semana que deveria ter sido postado na segunda, mas eu esqueci… Shame on me! xD

Percebi que apesar de ser apaixonado por rock, ainda não tinha indicado nenhum álbum nesse estilo e senti vergonha de mim mesmo. Resolvi começar com um dos meus favoritos, pertencentes à uma das minhas bandas favoritas: The Heart Of Everything da banda holandesa Within Temptation.

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TRACKLIST:

  1. The Howling
  2. What Have You Done feat. Keith Caputo
  3. Frozen
  4. Our Solemn Hour
  5. The Heart Of Everything
  6. Hand Of Sorrow
  7. The Cross
  8. Final Destination
  9. All I Need
  10. The Truth Beneath The Rose
  11. Forgiven

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Within Temptation foi fundada na Holanda em 1996 e é formada atualmente por Sharon den Adel (vocal), Robert Westerholt (guitarra), Ruud Adrianus Jolie (guitarra), Jeroen van Veen (baixo), Martijn Spierenburg (teclado) e Mike Coolen (bateria) – este último entrou na banda recentemente. O primeiro trabalho deles foi o álbum Enter lançado em 1997 e o EP The Dance em 1999, porém só ganharam notoriedade em seu país após o lançamento do Mother Earth em 2000 e com o single Ice Queen estouraram nos Países Baixos. E em 2004, saiu  The Silent Force que garantiu à eles o sucesso mundial.

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Conheci a banda em 2007 quando assisti o clipe da música Angels e foi amor à primeira vista, após isso procurei os outros trabalhos da banda e o amor só cresceu. Achei difícil escolher apenas um álbum para indicar, já que WT é uma das poucas bandas das quais eu gosto de todos os álbuns sem exceção. Criei um carinho maior por eles através de umas situações na minha vida que foram acompanhadas com as suas músicas… Enfim, uma banda incrível. Do álbum indicado nesse post eu indico: Frozen, The Cross, Hand Of Sorrow, The Truth Beneath The Rose e All I Need.

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Quem é o homem e quem é o porco?

Aqui estou eu novamente para falar de um livro 5 estrelas: A Revolução dos Bichos do escritor George Orwell. Uma fábula para adultos e uma crítica direta ao modelo soviético sob a ditadura de Stalin. 

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A história começa quando os animais, já cansados da forma que vivem sob o comando do fazendeiro Jones; escutam um discurso de um velho porco conhecido como Major e se encantam com a possibilidade de uma vida melhor, onde o trabalho seria reduzido, a comida aumentada e todos seriam tratados como iguais. 

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Então, após a morte de Major, dois porcos – Napoleão e Bola-de-Neve – decidem pôr em prática os planos propostos e em um ato de total rebelião, enxotam o fazendeiro e sua esposa e trocam o nome do lugar de “Granja do Solar” para “A Granja dos Bichos” e começo o regime conhecido como Animalismo que segue sete mandamentos:

  1. O que andar sobre duas pernas é inimigo.
  2. O que andar sobre quatro pernas, ou que tiver asas, é amigo.
  3. Nenhum animal vestirá roupas.
  4. Nenhum animal dormirá em uma cama.
  5. Nenhum animal beberá álcool.
  6. Nenhum animal poderá matar outro.
  7. Todos os animais são iguais.

Como os porcos são os mais espertos, eles que comandam toda a ação e escolhem todas as regras e depois as apresenta para o restante dos animais – que por serem obtusos e analfabetos, acabam por concordar com tudo que é dito. E assim começa uma nova fase para os habitantes da granja.

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Os problemas começam quando as ideias de Napoleão e Bola-de-Neve se divergem e começa a causar conflitos. Então, em um ato conspiratório, Napoleão expulsa Bola-de-Neve da granja e junto ao Garganta – um porco bom de lábia – espalham para o restante dos bichos que o fugitivo era na verdade um traidor desde o início e que “às escondidas” colaborava para os humanos reassumirem o controle. Os animais acreditam e são manipulados, sem perceberem o tirano em quem Napoleão se transformou.

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O livro me surpreendeu! Quando o comprei mal sabia de qual assunto se tratava e me assustei ao descobri o quão literal era o título. Uma crítica à manipulação, ao tiranismo e aqueles que são controlados sem ao menos perceberem, prendendo-se apenas a promessa de que “no final tudo será como sonhamos”. Gostaria de traçar aqui um paralelo melhor sobre o governo de Stalin e esta obra, mas no momento, meu conhecimento não é tão abrangente então, analiso apenas as críticas perceptíveis para qualquer um que ler com atenção. 

Uma sátira fantástica vinda da mente de um escritor genial!

“Não havia dúvida, agora, quanto ao que sucedera à fisionomia dos porcos. As criaturas de fora olhavam de um porco para um homem, de um homem para um porco e de um porco para um homem outra vez; mas já se tornara impossível distinguir quem era homem, quem era porco.

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Leiam e comentem!

Até mais.

😉

#Mágico em Quadrinhos: “Persépolis” – Marjane Satrapi

Vou começar uma nova seção aqui no blog onde vou falar de quadrinhos e mangás, pois, após tanto tempo, voltei a lê-los e a apreciá-los. Nada melhor do que começar pelo melhor quadrinho que li esse ano: Persépolis da escritora e quadrinista Marjane Satrapi.

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Não há forma melhor de conhecer o Irã do que através dos olhos de alguém de lá e, nesse quadrinho autobiográfico, Marjane Satrapi mostra as dificuldades daqueles que vivem por lá.

Os quadrinhos foram publicados de 2000 à 2003 na França (país onde Marjane reside até hoje). Agora vamos falar da história:

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Cena da animação produzida em 2007

A história acompanha Marjane da infância até a adolescência. Aos dez anos, viu o início das mudanças ao ver as meninas serem separadas dos meninos na sala de aula e a obrigatoriedade do véu islâmico. E assim, o Irã foi coberto pelas trevas do governo Xiita e as suas leis absurdas. Foi criado em uma família politizada, que participava de protestos e não abaixava a cabeça para o governo. Desde criança já tinha ideias políticas e o seu sonho era ser uma revolucionária.

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Presenciou a morte de inúmeras pessoas, conhecidas ou não; amigos e familiares. Sentiu o medo na pele e sofreu com as rígidas regras. A rua estava sempre repleta pelas “Guardiãs da Revolução”, mulheres que desempenhavam o papel de corrigir todas as outras mulheres que não se vestissem de forma adequada; e também de policiais que prendiam todos aqueles que agiam contra as “regras morais da sociedade”.

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Aos 14 anos, as coisas só pioravam no país e, para protegê-la, os seus pais a mandaram para o exílio na Áustria. Onde pôde viver inúmeras experiências (das quais não vou mencionar aqui para não dar nenhum spoiler), retornando alguns anos mais tarde.

Um livro incrível para todos aqueles que tem curiosidade de saber como é o regime xiita no Irã e perceber que não há tantas diferenças entre a sociedade oriental e a ocidental; um exemplo disso é quando Marjane cita as músicas que ouvia (precisava comprar as fitas escondidas de pessoas que praticamente, as “traficavam”) e descreve a sua fase Punk.

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Enfim, recomendo tremendamente essa leitura. Uma forma de percebemos o quanto o ser humano pode se tornar cruel baseado em uma fé fanática e em uma doutrina machista e extremista. Também nos mostra aqueles corajosos que não se rendem jamais a opressão e que, mesmo no meio de tanta dor e sofrimento, buscam esperança e lutam para transformar o seu país em um lugar melhor – mesmo este sofrimento estendendo-se até hoje. Através de gestos simples como o uso de maquiagem, ouvirem a música que gostam ou as festas escondidas, eles mantém o espirito e o anseio pela liberdade vivos.

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Só digo uma coisa: Leiam e se emocionem!

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Uma curiosidade: Obviamente, o quadrinho é proibido no Irã até hoje!