Instabilidade mental, Eagles, Kenny G e o lado bom da vida…

Hey!

Confesso que hesitei um pouco antes de pegar esse livro. Comprei-o em uma promoção no submarino junto com outro livro do mesmo autor (Perdão, Leonard Peacock), cujo qual entrou na minha lista de favoritos do ano passado, entretanto, ainda me sentia relutante ao ler o seu livro mais famoso. Li e não me decepcionei. Estou falando de O Lado Bom da Vida de Matthew Quick.

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” – A vida é dura, Pat, e os jovens têm de saber quão difícil ela pode ser…

– Por quê?

– Para que sejam solidários. Para que compreendam que algumas pessoas têm mais dificuldades do que eles e que uma passagem por este mundo pode ser uma experiência totalmente diferente, dependendo de quais substâncias químicas estão ativas na mente de um indivíduo”

Pat Peoples é um homem de 34 anos que finalmente vai sair da clínica de saúde mental na qual esteve internado, após ter feito algo de que não se lembra. Tudo que sabe é que sua atitude levou a esposa a pedir por um “tempo separados”, ele sabe que fez algo ruim, mas não consegue se recordar, pois o tempo na clínica, que ele chama de lugar ruim, fez com que ele apagasse. Agora, Pat é um homem mudado, viciado em exercícios – pois quer ficar em forma para a sua esposa – e que escolheu ser uma pessoa melhor, mais positiva e que acredita no lado bom da vida.

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Bradley Cooper como Pat e Jennifer Lawrence como Tifanny na adaptação de 2012

Por causa da sua instabilidade, ele volta a morar com os pais. Sua mãe é cuidadosa e quer sempre vê-lo bem, mas o pai se recusa a falar com ele, o que faz com que o clima da casa fique estranho. Enquanto tenta se redimir e se curar, Pat retoma velhos relacionamentos que tinha antes de ser levado para o lugar ruim; como a amizade com seu velho amigo Ronnie e é em um jantar entre amigos que ele conhece Tifanny, uma garota tão problemática quanto ele e que acabou se tornando instável após a morte do marido.

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“Olho para Tifanny, curvada em seu assento, os cotovelos na mesa […] Parece triste. Parece com raiva. Parece diferente de todas as outras pessoas que conheço – ela não consegue fingir aquela expressão feliz que os outros fingem quando sabem que estão sendo observados. Ela não precisa fingir comigo, o que me faz confiar nela, de certa forma”

Este foi o segundo livro de Matthew Quick que eu li e o que eu reparo muito no autor, é a sua capacidade de criar personagens diferentes e de certa forma, quebrados, instáveis e mentalmente questionáveis. Pat People é o narrador e nos conduz pelo livro e confesso que simpatizei rápido por ele, além de ter um pouco de pena da forma como ele acredita que as coisas serão, como as compara com um filme e espera um final feliz para ele – assim como todo ser humano, não há ninguém nesse mundo, não importa o quão pessimista seja, que não deseja (mesmo no fundo) ver as coisas sempre dando certo; conduzindo tudo a um final, mesmo que não perfeita, satisfatório.

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“Tenho trinta anos. Tenho cinco anos a mais do que deveria ter para mentir para mim mesmo e chamar isso de honra”

Apesar de sabermos a improbabilidade de alguns dos desejos de Pat se tornarem realidade, nos pegamos torcendo para que ele consiga se estabilizar novamente e voltar a ser um homem adulto, com consciência de tudo e a capacidade de saber onde pisar. Tifanny também é peculiar, continua usando a aliança mesmo após a morte do marido, é explosiva e não tem medo de dizer o que pensa, vive isolada e mora em um cômodo construído no fundo da casa dos pais. No meio de tantas pessoas, todas com boa intenção, sem dúvidas; ela é a única que consegue entendê-lo e a forma que o autor trabalha a amizade que se forma entre eles é de forma natural, respeitando suas personalidades, aos poucos. Tifanny começa o seguindo durante suas corridas diárias e depois, estão comendo cereais com passas em uma lanchonete qualquer, isso tudo falando muito pouco; mesmo assim você compreende a intensidade do momento e como aquilo é a tentativa de ambos de aderirem a normalidade de outrora.

“[…] a vida não é um filme de censura livre para fazer com que a pessoa se sinta bem. Muitas vezes a vida real acaba mal […]. E a literatura tenta documentar essa realidade, mostrando-nos que ainda é possível suportá-la com nobreza.”

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Outra coisa que gostei no livro foi a relação do Pat com o terapeuta, Dr. Cliff; também gostei do modo como ele usou o futebol americano e o seu time favorito, Eagles, como uma forma de retomar as relações com o pai e o irmão. Mesmo o pai, de certa forma, continuando afastado e praticamente ignorando o filho (o que me causou muita raiva durante a leitura!).

Um ponto interessante, foi que em dado momento da história, o autor mostra algo importante: a total ignorância das pessoas em relação as doenças mentais e o modo que os outros duvidam disso, tratando como algo banal, sem importância e/ou não tão grave assim. Depressão é sim uma doença e merece ser tratada como tal, assim como outras que envolvem o lado mental da pessoa!

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“[…] desde que me lembro, estou dirigindo por uma estrada escura, passando por intermináveis faixas e linhas de autoestrada. Todo o restante foi apenas uma parada – a família, os Eagles, a dança, meus exercícios. Tenho dirigido em direção a você o tempo todo, querendo apenas uma coisa: nosso reencontro. […] Mas acho que você não entende quanto lutei por esse final feliz. Estou em ótima forma física, e agora resolvi praticar ser gentil em vez de ter razão. Não sou mais o homem com quem você foi casada por todos aqueles anos solitários. Sou um homem melhor.” Pat Peoples

Um ponto negativo foi o grande segredo do livro que era o porquê de Pat ter perdido a estabilidade mental e seu casamento, achei que após tantas expectativas durante toda a história e a minha imaginação à mil criando inúmeras possibilidades, o resultado final foi… sem sal. Talvez tenha sido justamente pelo fato deu ter criado centenas de possíveis causas… Entretanto, isso não muda a compreensão do impacto que isso gerou na vida de Pat (aliás, culpo muito a esposa dele!).

Outra coisa, que não é um ponto negativo, mas me irritou, foram os spoilers de vários livros. Talvez isso tenha me irritado porque eram todos livros que eu queria ler, como: O Grande Gatsby, A Letra Escarlate, A Redoma de Vidro e etc.

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“Estou lhe contando isso porque é importante compreender que Tommy era um homem bom. Ele não merecia morrer, e sua morte é prova cabal de que a vida é escrota, aleatória e arbitrária, até que se encontre alguém que faça tudo isso fazer sentido, mesmo que apenas temporariamente” Tifanny

Enfim, é um livro muito gostoso de ser lido, a escrita de Quick é sempre fluida e a história é bonita e nos permite fazer reflexões do quão tênue é a linha entre o são e o insano. Super indico, assim como indico o outro livro do autor Perdão, Leonard Peacock (quem sabe eu não faço uma resenha qualquer dia desses!).

Por hoje é só pessoal.

Beijo do Mágico e volte sempre!

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“Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”

Hey!

Estou aqui para falar de um livro que… me deixou boquiaberto, simplesmente. “Ensaio Sobre a Cegueira” é o livro incrível do autor português e ganhador do Nobel de Literatura, José Saramago!

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Um homem está dentro do seu carro, esperando o farol abrir quando, de repente, fica cego; não uma cegueira comum, mas uma branca, como se estivesse mergulhado em um mar de leite. O homem, guiado por um bom samaritano, é levado para casa. O bom samaritano rouba o carro do homem – também chamado de “primeiro cego”. O bom samaritano, que agora se tornou apenas “o ladrão”, também cega e aos poucos, várias pessoas são assoladas pelo mal que o governo batizou de “treva branca”.

“…No fim das contas, estas ou outras, não é assim tão grande a diferença entre ajudar um cego para depois o roubar e cuidar de uma velhice caduca e tatibitate com o olho posto na herança”

Um oftalmologista volta para casa intrigado, pois acabara de examinar um homem que diz ter sido afetado por uma cegueira repentina, apesar dos inúmeros exames, nada de errado foi encontrado em seus olhos; poucas horas depois o oftalmologista se vê afogado em um mar branco. Pela manhã, o tormento da “treva branca” já assombra o governo e o faz tomar uma medida drástica: apanhar todos os cegos e colocá-los em quarentena em um antigo manicômio abandonado, na tentativa de isolar a doença desconhecida. Batem a porta para levar o médico, sua esposa se recusa a deixá-lo sozinho e o acompanha, mas há algo estranho, ela é a única que não é afetada pela doença.

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Cena da adaptação de 2007 “Blindness” dirigido por Fernando Meirelles

Cruel.

Humano.

Cruelmente humano.

Saramago nos transporta para uma experiência única, pois o modo que ele escolheu para fazer narrativa, também faz o leitor se sentir cego e perdido como os personagens: ninguém tem nome, todos são reconhecidos apenas como “a mulher de óculos escuros”, “a mulher do oftalmologista”, “o oftalmologista”, “o menino estrábico”, “o primeiro cego”, “o ladrão” e etc. Além disso, o autor não separa as falas da narrativa, deixando tudo misturado e fazendo com que a gente se sinta tão confuso quanto os personagens – tudo feito propositalmente e no começo é um pouco difícil, mas depois você se acostuma.

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Julianne Moore como a “Mulher do Oftalmologista” e logo atrás, Mark Ruffalo como “O Oftalmologista”

“[…] meu Deus, a falta que os olhos nos fazem, ver, ver, ainda que não fosse mais que umas vagas sombras, estar diante de um espelho, olhar uma mancha escura e difusa e poder dizer, Ali está a minha cara, o que tiver luz não me pertence”

Os personagens são palpáveis, extremamente humanos e mesmo aqueles que seguem caminhos controversos para a sociedade, são apresentados de uma forma única, mostrando que não é apenas aquilo, há algo mais por baixo de toda aquela figura. Um exemplo é o da “mulher de óculos escuros” que é prostituta e uma das personagens mais interessantes do livro e a mais fácil de simpatizar logo de cara. A mulher do oftalmologista também se torna uma personagem incrível, pois é a única diante de todo aquele pandemônio que consegue enxergar, porém, seguindo o conselho de seu marido, acaba não contando pra ninguém, pois isso poderia causar revolta e até a obrigação dela de servir todas as 300 pessoas encarceradas naquele lugar que é quase um mausoléu; então, ela se vê obrigada a visualizar todo aquele ambiente repugnante ao qual foram atirados, deparando-se o quanto o ser humano pode chegar ao fundo do poço e que não importa se você é rico ou pobre, se suas roupas são caras ou não, em situações extremas, nos tornamos o mesmo bicho que luta pela sobrevivência.

“Ela tem, como a gente normal, uma profissão, e também como a gente normal, aproveita as horas que lhe ficam para dar algumas alegrias ao corpo e suficientes satisfações às necessidades, as particulares e as gerais. Se não se pretender reduzi-la a uma definição primária, o que finalmente se deverá dizer dela, em lato sentido, é que vive como lhe apetece e ainda por cima tira daí o prazer que pode.”

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Alice Braga como “A mulher dos óculos escuros”

Posso até fazer um monólogo aqui se quiser, mas não vai suprir a experiência única que é ler este livro. Saramago consegue trabalhar com o ser humano e suas diferenças, de forma única. Há cenas fortíssimas, onde eu precisei parar e respirar antes de continuar – ou até fechar o livro e continuar depois -, cenas revoltantes (um exemplo são os guardas, que também estão com medo do destino inevitável e então, acabam se tornando violentos com os cegos, atirando em qualquer um que ouse se aproximar das grades); ainda há outra cena muito revoltante, porém, essa eu não vou citar aqui porque seria spoiler. Entretanto, há também cenas belíssimas, simples, mas lindas; como a do “cachorro das lágrimas” ou a das três mulheres se lavando com água da chuva, a da velha solitária em seu apartamento, o diálogo belíssimo entre a mulher de óculos escuros e o homem da venda preta e uma das que mais me comoveu, a que eles choram ao beber água limpa pela primeira vez depois de tanto tempo.

“[…]Sim, como foi que não me lembrei, um garrafão que estava em meio e outro que nem encetado estava, oh que alegria, não bebas, não bebas mais, isto dizia-o ao rapaz, vamos todos beber água pura […] Bebamos. […] Quando os copos foram pousados, a rapariga de óculos escuros e o velho da venda preta estavam a chorar”

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Outra cena bem significativa:

“Sentiu-se infeliz, desgraçado a mais não poder, ali com as pernas arqueadas, amparando as calças que roçavam no chão nojento, cego, cego, cego, e, sem poder dominar-se, começou a chorar silenciosamente. […] Há muitas maneiras de tornar-se um animal, pensou, esta é só a primeira delas.”

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Enfim, é um livro denso e pesado, não recomendo ler se você estiver passando por um momento ruim, entretanto, a história nos trás tantas reflexões que ao terminar, nos sentimos uma outra pessoa. Um homem ou mulher, com uma nova visão sobre o mundo, sobre como as coisas seriam se cada um estivesse por si só navegando na escuridão infindável. Recomendadíssimo! José Saramago era um gênio da literatura e merece ser celebrado como tal.

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Um pequeno adendo: o livro está em português de Portugal, então, no começo vai parecer um tanto estranho, mas não é nenhum bicho de sete cabeças e da para ler tranquilamente. E outra coisa, o filme também é muito bom!

É isso por hoje, queridos!

Beijo do Mágico e Volte Sempre!

#Artista da Semana: Sessão Nostalgia…

Hey!

Ultimamente (na verdade, desde que o ano começou) eu estou nostálgico e isso se deve ao fato de que eu percebi que a última vez que eu brinquei, foi há quase 8 anos… Não sou mais criança há 8 anos… Por isso, resolvi fazer uma sessão nostalgia das músicas que eu ouvia; confesso que não vão ser apenas músicas de quando eu era criança, pois algumas eu escutei até os 13 anos… Enfim, vamos para a minha listinha:

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Para quem pensava que o Bieber havia sido o primeiro loirinho com esse corte de cabelo que cantava música pop, se enganou. Lá em meados de 2003, havia o Jesse McCartney; aqui no Brasil ele não ficou muito conhecido, mas fez bastante sucesso lá nos EUA por causa da Disney que o divulgou bastante. Sem a sensação de Guilty Pleasure, assumo sem problemas que ele foi meu ídolo e o seu 2º álbum (Right Where You Want Me) aí está entre os meus favoritos (apesar de durante alguns anos, ter negado o meu apreço por ele xD)… Uma pena que o 3º álbum foi uma porcaria, então fiquei apenas com os dois primeiros. É impossível ouvir as músicas dele sem sentir aquela pontada de nostalgia, da época em que eu passava a tarde ansioso pra começar o Zapping Zone e uau… Aliás, mesmo na época que eu negava o fato de gostar do Jesse, eu tinha um ritual: todo final de ano, no último dia de aula, eu ouvia a música We Can Go Anywhere… Para quem nunca ouviu, vou deixar minhas 3 músicas favoritas:

  1. We Can Go Anywhere
  2. Because You Live
  3. The Stupid Things

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Esse eu não sinto nem uma pitada de vergonha ao dizer que ainda curto e MUITO as músicas dele (o álbum Telegraph ainda tem seu lugar na minha listinha de álbuns favoritos). Quem não se lembra do Drake Bell que ficou mundialmente famoso ao interpretar o Drake Parker na série Drake & Josh? Eu era totalmente viciado na série, desde que vi pela primeira vez lá em 2004… Musicalmente, eu gosto bastante do estilo do Drake e as músicas dele tem umas pitadas do rock clássico e ele é fortemente inspirado nos Beatles, Nirvana e etc… Vou deixar minhas 3 músicas favoritas:

  1. Don’t Preach
  2. Down We Fall
  3. Circles

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Oh, sim… Meu passado é exótico! Não acompanhei o RBD até o fim e confesso que nunca assisti a novela, mas influenciado pelos meus primos, fui arrebatado pelas músicas. Acompanhei o grupo até o comecinho de 2006… O legal quando se fica velho é que o guilty pleasure vai embora e só resta a nostalgia, foram tempos bons e não me envergonho disso. Óbvio que passei anos da minha vida negando de pé junto que nunca tinha gostado, mas pra quê mentir? Há três músicas deles que são especiais e me trazem lembranças muito divertidas:

  1. Que Hay Detrás
  2. Otro Día Que Vá
  3. Bésame Sin Miedo

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Oh, yeah, that’s right! Eu sei que você se lembra dessa moça loira da foto, eu pelo menos, sim. Floribella, acho que a única novela da Band que deu certo… Isso me causa uma nostalgia absurda, pois eu tomava banho, jantava e corria pra TV. Acompanhei a novela do começo ao fim, foram duas temporadas e, se não me engano, passou entre 2004 e 2005… Oh, foram tempos muito felizes! E aqui as músicas que eu mais gostava:

  1. Porque
  2. Flores Amarelas
  3. É Pra Você Meu Coração

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Essa não é tão antiga, mas eu ouvi muito entre 2008/2009, como nessa época eu já ouvia symphonic metal, é óbvio que eu negava gostar da Demi Lovato, porém, ouvia escondidinho na minha casa e pelo mp3; fui daqueles que esperou 1h para ver a estreia de Camp Rock e caiu de amores pela moça! Meu álbum favorito é o Here We Go Again – cujo qual eu ainda ouço algumas músicas… Hoje já não acompanho mais a carreira e não curto muito as novas músicas, mas sempre fico nostálgico quando vejo ela pela TV. Aqui vai as minhas 3 músicas favoritas:

  1. World Of Chances
  2. Trainwreck
  3. Everytime You Lie
  4. Open (é um bônus, pois não entrou em nenhum álbum, mas uma das que eu mais gosto!)

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É impossível falar da Demi Lovato sem citar os Jonas Brothers, nesse caso, eu conheci eles antes dela, em meados de 2007 (e sim, mais uma banda que eu negava de pé junto quando me perguntavam se eu gostava, mas acabei me entregando na sala de aula quando fiz um dueto com uma colega da música When You Look Me In The Eyes… ok ok)… Ainda tenho o primeiro cd deles aqui em casa, ganhei dos meus pais… Enfim, simbora para a lista de músicas:

  1. Goodnight and Goodbye
  2. Hold On
  3. Poor Unfortunate Souls (sim é a versão deles da música da Pequena Sereia)

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“Que eu posso tentar te esquecer, mas você sempre será, a onda que me arrasta, que me leva pro seu mar” Não adianta, se tocar uma música dela eu vou cantar junto e não, eu não deixei de gostar… Gosto muito da voz dela… Acho que como todo mundo, conheci a moça na época da novela Malhação (saudade da época que a novela foi boa)… Minha lista das músicas que eu gosto:

  1. Você Sempre Será
  2. So Easy
  3. Até o Fim

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Agora sim eu realmente voltei ao passado, de acordo com a minha mãe, acompanho a Eliana desde os 3 anos (isso foi em 1998) e pelo que eu me lembre, assisti o seu programa até 2004, quando acabou. Sempre gostei mais da Eliana do que da Xuxa (apesar de ter acompanhado alguns programas dela quando criança)… Ai ai, que saudade! Agora bora para a listinha de músicas:

  1. É Tão Lindo
  2. Comer Comer
  3. Brincar Com o Chiquinho

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Yes, é isso mesmo que você está vendo! Ha Ha Ha…

Eu adorava a Wanessa quando tinha uns 6/7 anos e acho que ainda tenho o CD dela perdido aqui em casa… Fazer o quê! Confesso que nem tenho muito o que falar, só que eu gostava muito quando criança xD… Listinha nostálgica:

  1. O Amor Não Deixa
  2. Eu Sei
  3. Eu Quero Ser o Seu Amor

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Okay, ela não é bem cantora, já que gravou as músicas apenas para a série, mas não posso deixar de citá-la: Emma Roberts como Addie Singer da série Normal Demais, e eu… tinha uma paixão platônica por ela quando criança… tsc tsc tsc… Enfim, duas músicas da série me trazem uma nostalgia absurda e uma leeeeve vontade de chorar… E não, as músicas não são tristes, só me lembram quantos anos se passaram.

  1. Dummy
  2. I Wanna Be

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Sim, sou eu na foto! xD

Enfim, por mais que a gente sinta vergonha de algumas coisas, não podemos negar que a infância é a melhor fase da nossa vida, a única época que fomos inocentes, que não conhecíamos as maldades do mundo e vivíamos um dia de cada vez, aproveitando ao máximo. E parafraseando Charles Dickens: “Aquela foi a melhor das épocas”…

Compartilhem aqui se você ouvia alguém dessa lista e outros artistas que vocês curtiam quando era niños

Como eu também falo de cinema e televisão aqui no blog, em breve eu volto com uma lista de desenhos/séries/filmes marcantes… Por hoje é só pessoal!

Beijo do Mágico e volte sempre!

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Bookshelf Tour ;)

Hey!

Como eu ainda não acabei de ler o meu livro atual, resolvi fazer um post diferente até ter uma outra resenha de livros procês. Resolvi fazer uma bookshelf tour e mostrar o que tem na minha humilde estante ^^

Ah, e confira no sumário todos os livros mencionados aqui que já possuem resenhas: clique aqui!

Here we go!

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Ao lado da simpática Mrs. Death estão: Game Of Thrones – Por trás da Série, a edição especial ilustrada de O Símbolo Perdido (é muito bom para quem quer ver fotos dos lugares e obras mencionadas), Outono na Idade Média (fantástico para quem quer saber mais sobre essa época icônica da humanidade), a biografia do Hitler e o Serial Killers – Anatomia do Mal (simplesmente incrível, um estudo completo e detalhada sobre a mente sombria dessas figuras assombrosas).

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Ao lado das minhas corujas simpáticas e formadas (são PhD xD) estão: Conversas com Kubrick (livro muito bom para quem é fã desse incrível diretor!), Stephen King – A Biografia (eu como grande fã do mestre, não poderia deixar de ter esse livro), Antologia da Literatura Fantástica (excelentes contos fantásticos e de horror, além de uma edição linda!), Os Miseráveis e os dois volumes gigantescos de Guerra e Paz (pretendo ler esses dois clássicos gigantes esse ano!)… Ali no cantinho não são livros, mas sim óperas: Carmen do Bizet e Fidélio do Beethoven.

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The Night Circus, Os Pilares da Terra, Cinco Semanas em Balão, Mrs Dollaway, A Incendiária, Fausto… Sob o mini piano (o quão irônico é um mini piano sobre um piano? xD)… Contos de Fadas (edição muito bonita lançada pela editora Zahar; capa dura e ilustrada!), Os Três Mosqueteiros (também da Zahar!) e A Divina Comédia (edição muito antiga que eu achei no site Estante Virtual; esse site possui o catálogo de quase todos os sebos do Brasil e é muito confiável!)… E abaixo o meu xadrez bonitinho que eu ganhei da minha mãe.

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Perto da minha singela coleção de cds está a minha pilha gigante de livros que não couberam na estante… Começando lá do topo (há dois dvds ali, O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e Dr. Fantástico): A Obscena Senhora D, O Aleph (não o do Paulo Coelho, mas o do Borges!), Clube da Luta (um dos meus livros favoritos!!!), Psicose, It’s Kind of a Funny Story, Don’t Let me Go, Every You Every Me, Two Boys Kissing (Every You e Two Boys são do David Levithan e eu indico o autor para todos que querem começar a ler em inglês!), Rot & Ruin (indicado pra quem gosta de zumbis), Thirteen Reasons Why, o volume único de O Senhor dos Anéis, Ímpio, a biografia do Papai Noel, A Velocidade da Luz, La La Land (da autora brasileira estreante, Bruna Fontes), Deixa Ela Entrar (ainda o melhor livro de vampiro que eu já li na vida!!!) e o Sinfonia (da autora brasileira e também estreante Marcele Cambeses).

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Não são livros, eu sei, mas essa é a minha coleção de dvds… está faltando o A Invenção de Hugo Cabret que está emprestado! :B

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Começando lá de cima: The Shining, IT… Depois vem a minha coleção de Shakespeare; Sonho de uma Noite de Verão, Macbeth, Rei Lear, Otelo, A Tempestade e Medida por Medida (tenho outros três livros dele, mas estão em outra parte da estante, daqui a pouco aparecem… Anyway, Solanin 1 & 2 (mangá muito bonito!), Noite na Taverna (meu clássico brasileiro favorito!), A Metamorfose, Noite em Claro, O Diabo, Um Conto de Natal, On The Road, O Mágico de Oz, Memórias Póstumas de Brás Cubas (na minha opinião, melhor livro do Machado!), A Mão e a Luva, A Arte de Escrever, As Melhores Histórias da Mitologia, Sonetos do Shakespeare (aí está mais um!), Uma Mente Brilhante, Contos de Terror e de Mistério, A Revolução dos Bichos (adoro esse livro!), Histórias Extraordinárias, Alice no País das Maravilhas e Alice Através do Espelho

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O pisca-pisca fica estranho quando não está ligado xD… Começando lá de cima: Júlio César (mais um do Shakespeare!), O Grande Gatsby, O Jardim Secreto, Ulysses, As Vantagens de Ser Invisível e O Pequeno Príncipe (lindo, simplesmente, lindo)… A Guerra dos Tronos, A Fúria dos Reis, A Tormenta de Espadas, O Festim dos Corvos e A Dança dos Dragões (simplesmente a minha série de fantasia favorita!); Morte Súbita e a coleção de Percy Jackson – O Ladrão de Raios, O Mar de Monstros, A Maldição do Titã, A Batalha do Labirinto e o Último Olimpiano (uma saga muito divertida!). Ah e ali em cima está o Mac, se lembram do desenho A Mansão Foster Para Amigos Imaginários? Ganhei no Macdonald’s em 2006 eu acho (“ganhei”, com o preço do lanche, na verdade, eu comprei! brinde my balls xD).

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Grimm’s Fairty tales, A Walk to Remember, os dois volumes de O Conde de Monte Cristo, os 4 volumes dos mangás dos filmes de Os Cavaleiros do Zodíaco – O Santo Guerreiro, A Grande Batalha dos Deuses, A Lenda dos Cavaleiros de Atena e Os Guerreiros do Armageddon (tenho eles desde os 10 anos, fiquei 1 semana enchendo o saco da minha mãe! xD)… Harry Potter and the Deathly Hallows, Sob a Redoma, Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse, Amanhecer e A Hospedeira (tentei ler esse livro 5 vezes, mas não dá, desisto!)…

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Sob o meu incrível power ranger (KKKKKKKK’): Exorcismo, O Azarão (adoro o Zusak, mas que livro chato!), O Alquimista (há duas coisas sobre o Paulo Coelho que eu não entendo: o pessoal que ama descontroladamente e os que odeiam na mesma proporção… Eu li e foi um livro simplesmente okay), Plutarco, O Ateneu, O Mistério da Cidade Fantasma (meu xodó, foi o primeiro livro que eu li na vida!), Minuto de Silêncio, Um Verão Para Toda a Vida (comprei por causa do filme e acabei nem lendo xD), minha edição velhíssima de O Exorcista, Três, Eu sou o Mensageiro, O Vampiro LestatOs Homens Que Não Amavam as Mulheres (ainda não li, mas estou curioso), Precisamos Falar sobre o Kevin (livro difícil, mas muito bom), No Jardim das Feras, A Batalha do Apocalipse, O Código da Vinci, coleção as Brumas de Avalon – A Senhora da Magia, A Grande Rainha, O Gamo-Rei e O Prisioneiro da ÁrvoreAnjos e Demônios e As Crônicas de Nárnia volume único.

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Um Conto de Duas Cidades e os sete volumes de Harry Potter...

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Meu Snape de nariz roído e o mini Dumbledore (ou segundo o filho de 2 anos da minha amiga, é Jesus!) xD’… Lá de cima: Where The Wild Things Are, Oliver Twist, Darkly Dreaming Dexter, Quem é você, Alasca?, A Breve Segunda Vida de Bree Tenner, The Mark of Athena, Wild Cards – O Começo de Tudo e os sete volumes da série A Torre Negra do mestre Stephen King… V for Vendetta e o quadrinho incrível, Persépolis!

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Macário, Horror em Amytiville, Eu, Christiane F. Treze Anos, Drogada, Prostituída; O Livro de Ouro da Mitologia, Grandes Esperanças, Moby Dick, Drácula, Orgulho e Preconceito, o espaço vazio é do O Retrato de Dorian Gray que está emprestado, os dois volumes de Os Irmãos Karamázov, Novembro de 63 e Laranja Mecânica.

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Coraline, Every Day, Will Graysson Will Graysson, Peter Pan, The Perks of Being an WallflowerA Estrada da Noite, Menino de Ouro (incrível!), A Lista Negra, O Herói Perdido, O Filho de Netuno, O Lado Bom da Vida, Perdão Leonard Peacock (gostei muito!), Serial Killers – Na Mente dos Monstros, Um Dia, A Louca da Casa, Arthur Rimbaud – Poesia Completa

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Mockinbird (história muito bonita de uma menininha com síndrome de Asperger, aqui no Brasil recebeu o título de Passarinha), A Profecia, Jogos Vorazes, Em Chamas, A Esperança, As Pequenas Mortes, O Oceano no Fim do Caminho, A Paixão Segundo G.H, Água Viva e ficou faltando o meu A Hora da Estrela que está emprestado… O Túnel, O Orfanato da Senhorita Peregrine Para Crianças Peculiares, Extraordinário, A Sangue Frio, Extremamente Alto & Incrivelmente Perto (um dos melhores livros que eu já li!), A Culpa é das Estrelas, 1984, O Corcunda de Notre Dame, A Probabilidade Estatística do Amor a Primeira Vista, O Cemitério, Treblinka, O Hobbit e O Morro dos Ventos Uivantes (meu clássico favorito!)

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Advogado do Diabo, Assassinato no Expresso do Oriente, Terra de Histórias, Romeu e Julieta (mais um!), os 13 livros da série Desventuras em Série, Hamlet (o último, eu juro!), Morte em Veneza e Steampunk Poe (contos do Poe com ilustrações steampunk)… E os livros do Diário de um Banana!

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Foto tremida porque a prateleira é alta e eu sou nanico! Primeiro quero apresentar a minha mansão do Batman (chupa, Barbie!) que eu paguei sozinho quando tinha 7 anos, fui jogar no caça-níquel que ficava no bar perto de casa (meu pai deixou eu apertar qualquer botão) e ganhei a quantia exata! Sortudo, não? Okay, continuando: Ilusões Perdidas, esses 3 livros azuis fazem parte de uma coleção de filosofia (sim, eu sou versátil) e por último A Odisséia.

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Instantes de Inspiração – Fontes de Fé (livro da minha mãe), o Evangelho Segundo o Espiritismo (sou uma pessoa curiosa, fazer o quê!), dicionários & manuais de gramática, Echo Park, O Cortiço, Minhas Memórias de Lobato (mini biografia do Monteiro Lobato contada pelos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo, ganhei do meu primo quando era criança e guardo até hoje <3), K’s First Case (livrinho em inglês que eu usei quando fiz curso), A Face Amarela e Outras Histórias do Sherlock Holmes, Grande Sertão Veredas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Memórias de um Sargento de Milícias, A Moreninha, Casa de Pensão, Os Magos, Scary Stories, A Cabana, Madame Bovary, Morte e Vida Severina e Os Maias

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A Zona Morta, Carrie A Estranha, Rose Madder, Love – A História de Lisey, A Faca Sutil, A Luneta Âmbar e LabirintoJane Eyre e Oliver Twist.

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Cidade de Ossos (um dia eu leio!), box Scary Stories, O Silêncio dos Inocentes, e aí está um achado, o livro d’A Turma dos Tigres (eram livros interativos, que vinham cheio de tranqueirinhas, decodificador, mapas e etc, todo capítulo terminava com uma pergunta q vc precisava responder lá em baixo…. era muito legal!), A Invenção de Hugo Cabret, Entrevista com o Vampiro, A História do Ladrão de Corpos, Sua Resposta Vale um Bilhão (livro que inspirou o filme Quem Quer Ser Um Milionário), Eragon (livro bléh, não consigo gostar!), Libertinagem & Estrela da Manhã, Feios (não gostei também), Antologia Poético do Antonia Bandeira, Amo Viver e Fortaleza Digital

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A Casa de Hans Kunst (mais um livro da minha infância!), Greco e Romano, O Diário de Anne Frank, Reforma do Código de Processo Penal (como eu disse, muito versátil!), Fernando Pessoa, Segredos da Web, Astronomia, A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça, Ciclo da Lua, Quadribol Através dos Séculos, Animais Fantásticos e onde Habitam, I Heart New York, Lolita, A Queda de Atlântida, Triste Fim de Policarpo Quaresma, A Arte da Guerra, A Escrava Isaura, Os Contos de Beedle O Bardo, Desejos Obscuros e 7 Clássicos Franceses

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A Casa das Orquídeas (só comprei porque a protagonista é pianista, nem li ainda xD) e o box de Harry Potter!

E esse é único livro que ficou de fora (porque estou lendo):

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Ufa!

É isso aí, são todos bem vindos para compartilhar suas coleções comigo!

Beijo do Mágico e Volte Sempre!

#Mágico na TV: F.R.I.E.N.D.S

Hey!

A indicação de hoje é de uma série que é a minha favorita. Personagens marcantes, situações hilárias, outras emocionantes; além de retratar o cotidiano de uma forma que faz o telespectador se identificar, pois é impossível que você não tenha passado pelo menos por uma situação semelhante a dos personagens. Estou falando de F.R.I.E.N.D.S criada por David Crane e Marta Kauffman.

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10 temporadas.

236 episódios.

66 prêmios.

152 nomeações.

E, é claro, a melhor série de comédia já lançada na televisão.

F.R.I.E.N.D.S é um sitcom que acompanha a história de 6 amigos: Monica, Ross, Rachel, Phoebe, Joey e Chandler.

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Em uma tarde na cafeteria Central Perk, Rachel aparece vestida de noiva, pois acabou fugindo do casamento e lá reencontra a antiga colega de escola Monica e interage com os outros personagens. Monica Geller é uma chef de cozinha, ex-obesa, obcecada por limpeza, competitiva e com uma mãe controladora que gosta de se meter e criticar cada detalhe em sua vida; é irmã de Ross, um rapaz inteligente, PhD e que acabou de descobrir que a sua esposa é lésbica e está grávida. Joey é um ator de peças de baixo orçamento e não muito bem avaliado pelos críticos, único homem em uma família de sete irmãs, namorador e com um QI não tão alto. Chandler trabalha em um emprego que detesta, tem medo de compromisso e usa o sarcasmo como defesa desde que o seu pai se separou da mãe para virar drag queen. Phoebe é ex-moradora de rua, a mãe se suicidou e o pai sumiu, acabou virando massagista e cantora nas horas vagas; excêntrica, vegetariana e amante dos animais. E Rachel que sempre foi rica e mimada, mas finalmente resolveu tomar uma decisão ao largar o marido Berry no altar e aprender como é a vida de uma mulher independente. E é assim que se inicia Friends.

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Desde que assisti Friends pela primeira vez (e sim, ainda lembro qual foi o primeiro episódio que eu vi, episódio 13 da 3º temporada: Aquele que Monica e Richard são só amigos) eu tenho um ritual de assistir pelo menos 1 episódio todos os dias, seja pelo dvd ou seja pela Warner. Assisto no almoço, de manhã antes do café e às vezes antes de dormir. Talvez eu possa parecer suspeito para falar da série – e sou mesmo -, mas não consigo ser imparcial quando se trata de um seriado que apesar de ser comédia, me ensinou inúmeras lições e é capaz de me divertir não importa o que tenha acontecido.

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As situações cotidianas vistas sob um ponto de vista bem humorado, trás a Friends uma fórmula única. Todos os personagens são principais e aparecem em todos os episódios, alguns são mais focados em uns ou em outros, mas todos estão lá; repleto de falas, tiradas e com os seus próprios plots. Situações rotineiras como trabalho, namoro, amizade e coisas do dia a dia, fazem com que o telespectador se identifique fácil. São coisas que todo mundo já passou ou vai passar, mostradas de forma engraçada. Uma paródia da vida real. Uma brincadeira com os nossos dramas cotidianos. É impossível acompanhar a série sem torcer para cada personagem, sem rir com as suas atrapalhadas, além do desejo de ser amigos deles também. O que mais funciona na série é que ninguém parece estar atuando e é como acompanhar a rotina de seis amigos. Eu tenho os personagens que eu me identifico mais, porém, não há nenhum que eu não goste – mesmo os coadjuvantes são hilários e muito bons (como não amar a Janice e sua voz irritante ou Gunther e a sua friendzone eterna?).

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10 temporadas incríveis que acaba com um gostinho de quero mais e aquela pergunta: o que acontece depois?. A série não possui muitos cenários, pois a magia está no roteiro e na atuação dos atores. Há inúmeros momentos marcantes onde havia apenas os seis em um único cenário e a cena teve um brilho especial. Uma série que mesmo se tivesse durado mais 20 temporadas, eu teria assistido até o fim. De qualquer forma, acredito que FRIENDS é o seriado com melhor roteiro e uma história redondinha e sem furos. Cada um termina como deveria terminar. Fiel as suas personalidades. Friends é a vida representada na televisão. Friends é uma série que continua conquistando fãs mesmo após 10 anos do seu término (eu sou um exemplo, me apaixonei pela série em 2011). Friends é um marco da televisão que ficará marcado para sempre. Mesmo sendo ficção, Ross, Chandler, Joey, Phoebe, Rachel e Monica são meus amigos; aprendi muito com a série e vou frisar novamente: a única coisa capaz de me animar em qualquer momento da minha vida.

Não veja isso como uma resenha, mas como o depoimento de um fã!

Se você já gosta da série, comente o que ela significa pra você e se nunca assistiu, aqui está uma recomendação que vale a pena seguir.

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Em tradução livre: “Julguem o quanto quiser, mas: casou com uma lésbica, abandonou um homem no altar, se apaixonou por um dançarino do gelo gay, jogou a perna de madeira da garota no fogo e vive em uma caixa!”

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Em tradução livre: “Amor é como um banho de verão, amor é uma maravilhosa obra de arte, mas o seu amor, oh, o seu amor… É como uma pomba gigante, cagando no meu coração”

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Em tradução livre: JOEY: “Não. Halloween é estúpido. Fantasiar-se, fingindo ser alguém que você não é”

CHANDLER: “Você é um ator”

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Em tradução livre:

JOEY: Rach, a questão é: ele gosta de você? Porque se não, é tudo uma questão Moo.

RACHEL: Uma questão moo?

JOEY: Você sabe, igual a opinião de uma vaca. Não importa. É moo.

RACHEL: Eu vivi com ele por muito tempo ou isso tudo realmente fez sentido?

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Em tradução livre: “Comida? Oh, me dá.”

É isso aí!

Beijo do Mágico e até a próxima!

#Álbum da Semana: Lorde – Pure Heroine

Hey!

E o primeiro artista da semana de 2014 é uma que me conquistou desde que ouvi pela primeira vez. Estou falando da Lorde!

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Lorde tem apenas 17 anos e um talento grandioso. Cantora e compositora talentosa, lançou o seu debut no ano passado chamado Pure Heroine e é com certeza, para mim, um dos melhores álbuns lançados em 2013. Aqui vai a tracklist para você conferir:

  1. Tennis Court
  2. 400 Lux
  3. Royals
  4. Ribs
  5. Buzzcut Season
  6. Team
  7. Glory and Gore
  8. Still Sane
  9. White Teeth Teens
  10. A World Alone

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No cenário musical atual onde a música pop é industrializada e sem significado, emoções e boas letras, é muito bom entrar em contato com bons artistas que tem realmente algo a dizer. Super indico Lorde para quem está cansado das músicas pré-fabricadas e desejam ouvir algo diferente.

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“A essência transcende a matéria; a vontade supera o destino”

Hey!

A primeira resenha desse ano será de um livro nacional e de uma autora estreante. É uma honra ver uma história que começou como uma web novela em um tópico numa comunidade do Orkut (rest in peace), tomar proporções gigantescas, alcançar números absurdos de posts e então, após muito trabalho árduo, transformar-se em algo físico, palpável. Estou falando do livro Sinfonia; o primeiro da saga Destino Trocado escrito por Marcele Cambeses.

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Naty está começando uma nova etapa da sua vida. Agora ela é uma aluna na Escola de Ensino Superior Fluminense e está diante dos desafios que a maioria de nós enfrentamos: aulas, provas, trabalhos, ambientes novos (que particularmente, me assusta mais do que todos os outros juntos), além dos dramas pessoais. Logo no início ela conhece Dan e Babi que acabam se tornando os seus melhores amigos e de corpo e alma, se entregam aos novos desafios e ao fato de que agora estão com um pé na maturidade, precisam crescer e deixar a adolescência de lado e ao mesmo tempo, não se esquecer de quem ainda são jovens e que viver é uma grande e misteriosa aventura.

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Quer entender o que o Homem-Aranha faz aqui? Leia o livro!

É com esse singelo resumo que os apresento ao livro Sinfonia e a saga Destino Trocado.

A primeira coisa que me impressionou na história, foi o quanto as situações são críveis e é fácil se identificar. A base principal usada por Marcele foi a vida real e todas as suas artimanhas de nos colocar lá no alto ou nos presentear com um pé na bunda. As inseguranças, os problemas, os diálogos, o dia a dia e todo o relacionamento entre as personagens é palpável; consegui me enxergar em vários momentos e algumas conversas repletas de bobagens joviais representou aquelas que tenho com os meus amigos.

A autora é fiel a personalidade dos personagens e cada um tem as suas particularidades, fazendo o leitor amar uns e odiar outros. Um exemplo: eu me identifiquei de forma absurda com o Dan (sua forma de agir e algumas das suas decisões e ações, em inúmeros momentos foram iguais as que eu tomaria), por outro lado, não suportei o Alex (ele é simplesmente uma representação literária de tudo que eu odeio em alguém). Isso é o que torna a história tão boa e envolvente. Há vários personagens, então é fácil você se identificar nem que seja com um só!

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O formato que a autora utilizou para contar a sua história, no início pode causar certa estranheza para quem nunca leu algo no estilo roteiro (como sou fã de peças, não tive esse problema), mas depois de algumas páginas você já consegue se familirizar. A história em si é uma delícia e o seu modo de escrever é inovador; e a admiro por conseguir sustentar um livro de 700 páginas, em suma, com diálogos. O narrador oculto – embora não tão perceptível nesse primeiro livro – tem uma narrativa muito poética e que contrasta com o modo natural que os personagens falam. Mais um ponto positivo para o livro são as indicações musicais deixadas ao longo da história e as referências a cultura pop (eu amo histórias com referências a cultura pop). No começo, a única coisa que me confundiu foi as trocas de cenários, mas você se acostuma depois dos primeiros capítulos.

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Não se assuste com o tamanho do livro (chamado carinhosamente de monstrinho pela própria autora), pois é uma viagem única pela juventude e suas experiências. Outra coisa que vale a pena é o bom humor da autora, gargalhei em inúmeras cenas e acabei passando vergonha por estar lendo em público – valeu a pena. Um minuto para frisar a maior diva do livro: Tibico! Como não amá-lo?

Enfim, se quer uma história capaz de lhe trazer inúmeras emoções, te fazer rir, suspirar, ter raiva, se apaixonar, se identificar e até lacrimejar; Sinfonia é perfeito para você. Gostei do livro muito mais do que imaginei, pois foge um pouco do que eu costumo ler. Terminei-o com aquela sensação gostosa de que valeu a pena cada minuto dedicado a leitura e me sentindo triste porque os personagens incríveis são fictícios.

Para saber mais informações sobre o livro e como comprá-lo, acesse o site da autora clicando aqui!

E que venha o segundo livro da saga!

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É isso aí!

Beijo do Mágico e volte sempre!