A literatura erótica, ménage à trois e a tal da Juliette Society…

Hey!

A resenha de hoje será safadinha, então, tire as crianças de perto do computador!

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Quando se trata de literatura erótica, eu sou leigo. Quando eu era mais novo – 10/11 anos – folheei um livro da minha tia (ah que coisa feia, eu sei) e no ano passado, li um livro que se chamava Desejos Obscuros que prometeu ser um suspense erótico e acabou sendo nem um, nem outro. E claro, fiz uma leitura rápida nos primeiros capítulos de 50 Tons de Cinza, mas perdi o interesse e larguei. Então, posso afirmar que sou um leigo quando se trata de literatura erótica.

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Eis que surge a pergunta: por que você se interessou por Juliette Society? Bem, as pessoas que me conhecem sabem que sou fã do Kubrick há algum tempo e o último filme feito por ele antes de morrer foi o Eyes Wide Shut estrelado por Tom Cruise e Nicole Kidman e conta a história desse casal que enfrenta problemas no relacionamento e um dia, quando sai para esfriar a cabeça após uma briga daquelas, o marido reencontra um velho amigo e este acaba comentando sobre um emprego estranho que arrumou como pianista em uma festa particular. A curiosidade é que ele só recebe o endereço 1h antes e é sempre em lugares diferentes. Além disso, é obrigado a ficar com os olhos vendados o tempo todo. Atiçado com todo esse clima de mistério, Tom (vou chamar de Tom porque esqueci o nome do personagem) convence o amigo a lhe dar o endereço e após aprender as regras de vestimenta, ele invade essa festa privada e descobre centenas de pessoas mascaradas reunidas apenas para sexo. Após ser descoberto pelos líderes dessa seita, ele é salvo por uma mulher misteriosa, mas continua sendo perseguido depois. O filme é recheado de mistérios e momentos de tensão pura e apesar de ter sido mal compreendido na época de seu lançamento, eu o considero uma obra prima.

Anyway, quando fiquei sabendo sobre um livro erótico que fala sobre uma sociedade secreta escrito por uma ex-atriz de filmes adultos, fiquei tão curioso quanto o personagem de Tom Cruise e então, acabei comprando. Aproveitei o embalo para ler também um outro livro erótico que ficou perdido na prateleira por um bom tempo. Então, eis a resenha de Juliette Society da autora Sasha Gray e Três da autora Melissa P.

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Vou começar por Juliette Society

O livro nos apresenta Catherine, uma jovem estudante de cinema que está com problemas em seu relacionamento. Seu namorado, Jack, está cada vez mais distante e a vida sexual do casal está estagnada; com ele sempre evitando com a desculpa de que tem muito trabalho para fazer. Por conta disso, ela passa a viver de suas fantasias sexuais, principalmente com o seu professor – por quem nutre uma forte atração. É nessa mesma classe que ela conhece Anna, uma jovem desimpedida, segura de si e completamente aberta aos prazeres. Anna acaba apresentando um novo mundo a Catherine, desde o sexo propriamente dito, como também o sadomasoquismo e os clubes do sexo.

A premissa é basicamente essa.

Uma coisa que me atraiu no livro, são as inúmeras referências aos clássicos do cinema. Sasha Gray tem um excelente gosto para filmes. Além disso, as cenas de sexo são bem descritas (aliás, para quem se assusta fácil, não recomendo o livro, pois é tudo BEM direto ao ponto, sem firulas ou enfeites) e fica óbvio que a sua experiência pessoal ajudou muito; o leitor percebe que ela sabe do que está falando. Há também várias reflexões sobre a sexualidade feminina, a sexualidade no geral e o papel fundamental do sexo na vida das pessoas; e sobre o relacionamento em si. Catherine, começa a se tornar escrava de seus desejos e de suas fantasias e há momentos em que mal consegue discernir o que é real ou não; trazendo assim, momentos bem interessantes. Bem, o livro ganhou um pontinho positivo por esses detalhes, mas para por aí.

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Eyes Wide Shut (De Olhos Bem Fechados) – Stanley Kubrick, 1999

Juliette Society tem apenas 232 páginas.

232 páginas de altos e baixos e depois mais baixos.

A primeira coisa que me irritou no livro foi a própria Juliette Society que é introduzida na sinopse e no primeiro capítulo como algo importante, algo no qual a história toda vai girar. Já começamos o livro, curiosos para saber o que Catherine vivenciou nesse mundo sombrio e perverso; e aí que broxamos pela primeira vez. Essa seita, só aparece quase no fim do livro de uma forma que não atiça a curiosidade do leitor (já que alguns capítulos antes, ela adentra em um outro grupo do sexo chamado Fuck Factory que é diferente da Juliette apenas no quesito sofisticação), isso faz com que todo o brilho da descoberta desapareça. Depois dessa primeira aparição do que deveria ser o foco central do livro, nos vemos esquecendo o assunto e adentrando no seu relacionamento com Jack.

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Outra coisa que me irrita muito, tanto em livros quanto em filmes, é quando eu não consigo sentir nada pelo personagem – nem amor, nem ódio. Passei o livro todo sem me importar com Catherine, Anna, Jack; ninguém.

O primeiro sinal de que eu não estou gostando de um livro, é quando tenho a mesma reação da Ariel no gif acima ao lembrar que tenho ainda que terminá-lo. A autora conseguiu criar alguns poucos momentos de tensão que não levavam a nada, a não ser, talvez, em direção ao balde de água fria. E a grande revelação final foi sem graça. Enfim, usando uma linguagem um tanto chula, digo que o livro foi broxante (o que é irônico, tratando-se de um livro erótico).

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Okay, agora vou falar de um livro que me surpreendeu positivamente!

Três da autora italiana Melissa P.

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Um assunto que sempre chama a minha atenção e traz algumas reflexões do tipo “é realmente possível?”, é o relacionamento a três. E digo um verdadeiro relacionamento entre três pessoas, onde todos amam todos; diferentes daqueles triângulos amorosos onde duas pessoas tem um amor em comum. É um assunto conflituoso, pois crescemos, tecnicamente, direcionados a monogamia (óbvio que há traições e etc, mas não é o que estou discutindo aqui), então é difícil crer que possa haver harmonia na poligamia. Eu mesmo, tendo ainda as migalhas do velho conservadorismo, ainda considero o relacionamento a três algo que pode até acontecer brevemente, mas impossível de durar muito tempo. Sendo um eterno curioso, assisti alguns filmes com essa temática que são bem interessantes como The Dreamers e o Les Amours Imaginaires – apesar de achar que esse último não se encaixa tanto assim… Mas, enfim. Há mais ou menos um ano e meio, acabei adicionando no meu carrinho de compras do submarino um livro intitulado Três e o motivo foi o preço ridiculamente barato; depois que a encomenda chegou, o livro foi adicionado a estante e esquecido até então. Quando comecei a ler o Juliette Society resolvi que seria legal ler outro livro erótico para ter um parâmetro na hora de resenhar e foi assim que acabei desenterrando Três.

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The Dreamers (Os Sonhadores), 2003

Três acompanha a vida de três (dãã) personagens:

Larissa, uma poetisa problemática, apaixonada por astrologia e que afunda ainda mais, após o divórcio.

Gunther, um alcoólatra, festeiro, amante de pássaros e bom de lábia.

E George, um fotógrafo que passa a vida viajando e nunca fica muito tempo em um só lugar.

Inicialmente, o único elo de ligação entre eles é Gunther. Sua ligação com Larissa veio do fato dele ter sido um velho amigo de seu ex-marido – Leo – que após uma briga acabou se distanciando. Alguns meses depois os dois se reencontram e se aproximam gradativamente, sem pressa e de modo conflitante (já que Larissa não gosta dele no início). Já com George, Gunther o conhece em um ponto de ônibus, os dois passam um período viajando juntos e acabam se relacionando – tudo de forma bem aberta e sem nenhum compromisso.  Aos poucos, os três acabam descobrindo que se completam e iniciam um relacionamento, mas as coisas se tornam mais complicadas quando Larissa se descobre grávida.

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Les Amours Imaginaires (Amores Imaginários), 2010.

A primeira coisa que me cativou foi a escrita de Melissa, que é belíssima. Os personagens são complexos e mesmo tão diferentes, realmente se completam de alguma forma. Óbvio que são todos humanos, então há sim os conflitos, o ciúmes e isso fica bem retratado na história. Enquanto o sexo em Juliette Society é descrito de forma suja e nada ortodoxa, Três traz a poesia e nos envolve de uma forma mais bonita e suave, há uma ou outra palavra suja, mas o restante é sempre focado na emoção dos personagens e na complexidade do desejo, como em um dos meus trechos favorito:

“Enquanto a mão áspera e grande de Gunther usava pouca educação e muita urgência no seio esquerdo de Larissa, no pescoço corriam os dedos delicados e frios de George, que desejava que as unhas dela roçassem, com uma dor bem leve, os seus mamilos. Gunther estava de costas, as pernas abertas, a mão de Larissa na parte interna da coxa, depois os tornozelos dos três, trançados, e os lábios de todos sobre todos, as lpinguas escondidas nas fendas, a exibição impudica das respirações ofegantes e depois Larissa sobre George e Gunther sobre os dois, e a mão dela entre o sexo dos dois homens, a mão que aproximava os dois sexos, os três sexos religiosamente unidos, os cabelos como cascatas, quentes e pungentes, os suores deslizantes e palpáveis, os dentes sobre a carne, as unhas sobre a pele, os olhos fechados e depois abertos para a escuridão, a vida em círculo, um círculo perfeito, sem ângulos, um território lunar, gravidade inexistente, prazer inevitável, como parte de uma totalidade que se romperia se um dos três faltasse, se um dos três abandonasse aquela trilha. Era como se um imã tivesse recolhido os pedaços de cada um e arrumado ordenadamente sobre uma tábua vazia que estivesse esperando há anos, em sua desolação, que estivesse esperando há anos para ser coberta de esplendor. […] Assim, acalmaram suas almas e tiveram bons sonhos.”

Enfim, um livro repleto de nuances, com bons personagens, diálogos excelentes e bem construídos. O livro é bem curtinho (172 páginas). A cena final é muito boa, apesar deu não ter concordado tanto com o desfecho, mas não vou falar mais nada para evitar os spoilers.

Minha experiência com a literatura erótica foi no estilo montanha-russa, mas ainda tenho curiosidade de ler o Story of O e algum livro do Marquês de Sade.

É isso aí!

Beijo do Mágico e volte sempre!

#Fui

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#Artista da Semana: Björk

Hey!

Existem músicas que são difíceis de digerir! Simplesmente por serem fora do comum e às vezes, ao escutá-las de forma superficial, acaba não agradando – até o momento que você para e presta atenção, deixa ser consumido e passa a entender, a avaliar o conceito artístico por trás das músicas que soam estranhas e os clipes aparentemente sem sentindo e é nesse momento que você compreende que está diante de algo maior do que parece.

Bem, escrevo isso apenas para resumir a minha experiência com a Björk uma artista que eu conheci aos 12 anos de idade e na primeira tentativa, não gostei. Foi depois de alguns meses – já com 13 anos – que eu parei para realmente escutar e entender todo o conceito. Assim, a islandesa com rosto de criança me conquistou!

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Antes, uma lista das minhas músicas favoritas (não está na ordem da que eu mais gosto):

(Vale lembrar que pra ouvir a música é só clicar no nome!)

  1. Where is the Line?
  2. Human Behaviour
  3. Crying
  4. Army of Me
  5. Play Dead
  6. Oceania
  7. It’s Oh so Quiet!
  8. Bachelorette (meu clipe favorito!)
  9. All is Full of Love
  10. Pagan Poetry
  11. Innocence
  12. Declare Independence
  13. Earth Intruders

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Björk nasceu na Islândia em 1965 e começou a carreira logo criança, quando com a ajuda de seu padrasto, gravou o primeiro álbum intitulado apenas Björk. Conforme crescia, ela começou a se aproximar do mundo punk e assim, começa uma banda só de mulheres chamada Spit and Snot. Após algum tempo – vendo que esse tipo de música não a inspirava mais – entrou em uma outra banda, agora pós-punk, chamada Exodus, mas essa dura pouco tempo. Ela não desiste e assim, tenta novamente, dessa vez com a banda Tappi Tíkarrass, com essa, ela grava dois discos e ganha mais visibilidade em seu país. Depois, veio outras duas: KUKL e The Elgar Sisters. Estando cada vez mais inspirada, ela acaba fundando a banda The Sugarcubes que lhe rendeu reconhecimento em outros países; quando a banda se separou em 1992, Björk decidiu trilhar o caminho sozinha e assim lançou o Debut que a deixa cada vez mais conhecida, mas é com o segundo disco – Post – que ela alcança a fama mundial.

Björk também se aventurou no cinema, protagonizando o filme Dancer in the Dark do diretor Lars von Trier. O filme lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no festival de Cannes. Ela também lançou o cd com a trilha sonora e gravou uma música com a participação de Thom Yorke da banda Radiohead chamada I’ve Seen It All que foi indicada ao Óscar de Melhor Canção.

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Como eu falei na introdução desse post: conheci a Björk aos doze anos de idade depois de ler uma entrevista com a Amy Lee do Evanescence em que ela listava o álbum Post como um dos seus favoritos de todos os tempos. Assim, resolvi seguir as dicas e pesquisei suas músicas, não gostei de primeira. Suas músicas eram alternativas demais para um garoto acostumado com as canções feitas de forma, digamos, linear. É esse o perigo de desistir na primeira tentativa, pois aos poucos, ela foi me conquistando com suas músicas, letras incríveis e enigmáticas, clipes complexos e – na minha opinião – é a artista mais expressiva e criativa de todos os tempos (#chora #LadyGaga). Super indico!

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Bem, é isso!

Um beijo do Mágico e volte Sempre!

 

A Magia das Animações!

Hey!

Hoje eu decidi fazer um post diferente e falar sobre animações. Bem, eu tenho 19 anos e as animações continuam sendo uma paixão para mim e vejo-as como algo atemporal. Não sei dizer qual foi o primeiro filme de animação que eu vi (nesse post vou falar apenas de filmes animados e vou deixar os desenhos para a próxima!), mas me lembro daqueles que me marcaram desde quando eu colecionava VHS com seis anos de idade (pena que minha mãe se livrou de todos após a invenção do DVD #saudades #vintage). O que eu mais gosto nas animações é que – pelo menos na maior parte delas – são divertidas, gostosas de assistir e sempre trazem alguma mensagem, além de nos fazer sonhar. Então, vamos lá!

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Não sou o único que cresceu assistindo os filmes da Disney, isso eu tenho certeza!

A maior parte da minha coleção de VHS era formada por esses clássicos! O primeiro que eu lembro de ter assistido foi A Pequena Sereia, pois na pré-escola sempre tinha a hora do filme de tardezinha, antes dos pais virem buscar os filhos (eu estudava em período integral, entrava de manhã e só ia embora às 6h da tarde); fiquei encantado imediatamente pela história e eu e todas as outras crianças recriávamos a história na piscina de bolinhas… Ha ha ha… Era o melhor dos tempos. Entretanto, o primeiro filme a entrar pra minha coleção de VHS foi Branca de Neve e os Sete Anões, era até uma edição especial que vinha com um fantoche (tenho até hoje!). Depois desse vieram: Pinóquio (um dos meus favoritos até hoje), 101 Dálmatas (apesar de eu ter visto primeiro o live action e só depois a animação), Alice no País das Maravilhas (ótimo!), A Bela Adormecida, A Bela e a Fera, Cinderela (Cinderela, Cinderela, noite e dia Cinderela…), O Rei Leão (quem não chorou na cena da morte do Mufasa?), A Dama e o Vagabundo, Mulan (só amor por esse <3), Peter Pan, Hércules e os mais “recentes”, A Nova Onda do Imperador e Lilo & Stich…

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“Desonra! Desonra pra você, desonra pra sua vaca!”

Bem, a Disney conseguiu me conquistar desde cedo, suas histórias repletas de reviravoltas, ótimas mensagens, músicas excelentes e a magia, esse é o item mais importante sempre; um dos principais papéis da maioria das animações é te fazer sonhar, seja adulto ou criança! Agora, antes de eu comentar sobre as animações mais ‘recentes’, vou citar outras quatro animações que fizeram parte da minha infância na era do VHS…

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Pokémon – O Filme 2000, preciso primeira comentar a minha paixão por pokémon (uma pena ter me distanciado um pouco da história, mas pretendo voltar a assistir) quando criança. Tinha uma coleção enorme de miniaturas que meus pais compravam pra mim (custava 1 real na época *-*) e passava as tardes brincando no chão da antiga floricultura dos meus pais. E foi um filme que me fez chorar aos 7 anos de idade, tudo por causa da cena em que o Lugia cai no mar e a menina começa a tocar a flauta xD…

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Batman – A Máscara do Fantasma, foi o meu primeiro contato com o Homem-Morcego. Considero uma das melhores animações do Batman já feita, por causa de seu tom sombrio; a trama é muito bem elaborado e essa animação é a responsável por eu não conseguir assistir aquele seriado antigo Batman & Robin, porque acostumei a enxergar a história como algo sombrio e vê-lo todo colorido e bobinho daquele jeito me tira do sério 😛

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Shrek foi o primeiro filme que eu vi no cinema, lá em meados de 2001. Quem não morreu de rir com as sátiras feitas pelo filme? Apesar disso, o meu favorito continua sendo o Shrek 2 que fez eu me apaixonar ainda mais pelos personagens, mas não podia deixar de citá-lo aqui. A mensagem do filme que eu mais gosto é que: não importa a aparência, todos merecem um final feliz!

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Por último uma menção honrosa a querida e charmosa Betty Boop, que minha professora sempre colocava também para a gente assistir na pré-escola, até hoje tenho um carinho pela personagem.

E agora, vamos partir para as animações Disney/Pixar:

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Antes de tudo: eu sei que A Origem dos Guardiões pertence a Dreamworks xD

Meu primeiro contato com a Pixar foi através de Procurando Nemo (que é o meu favorito até hoje!). Sim, eu só fui assistir Toy Story anos mais tarde! Até hoje eu amo demais essas animações! Os Incríveis e a trilogia do Toy Story (que mesmo tendo assistido depois, considero uma trilogia muito bem feita e o último filme a coisa mais linda que eu já vi!) e os mais recentes: Up, Enrolados (<3), Detona Ralph, Valente, Wall-e, Ratatouille (sei que esses dois não estão na imagem, mas relevem!), Valente e o mais recente que me conquistou, Frozen. Bem, incluí A Origem dos Guardiões que é da Dreamworks erroneamente, perdoem-me, porém, adoro a animação!

Agora, há um diretor também capaz de criar animações incríveis, só que bem mais sombrias, estou falando de Tim Burton!

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Vincent é uma obra prima, pelo menos na minha opinião! É um curta em stop-motion que ilustra o poema escrito por Tim Burton e conta a história de um garotinho fã de histórias de horror que acredita ser Vincent Price. Simplesmente incrível e bem marcante para quem assiste.

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Impossível citar Burton sem falar do clássico O Estranho Mundo de Jack, figura na minha lista de filmes favoritos de todos os tempos, eu amo as músicas, o clima, a história, tudo! Apesar de não ter certeza se é uma história de Halloween sobre o natal ou uma história de natal sobre o halloween.

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Por último, outro que eu gosto muito: A Noiva Cadáver. O que eu mais gosto são as cores do filme e o modo como Burton deixa o mundo dos vivos em tons frios e o dos mortos em tons quentes e alegres, além de muita cantoria. As músicas são ótimas, personagens típicos do Burton e uma história incrível para todas as idades!

Citei aqui todas as animações que podem ser assistidas tanto por crianças como por adultos, agora vou citar duas que eu não indico tanto para as crianças por conter histórias mais complexas ou mais perturbadoras:

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Love at first sight, melhor forma de definir o que eu senti quando assisti Mary & Max pela primeira vez. O filme conta a história de Mary uma garota solitária que um dia arranca uma página da lista de endereços e acaba enviando uma carta aleatoriamente para Max, um senhor de 40 anos, obeso, solitário e com síndrome de asperger. A partir daí, um se torna parte essencial da vida do outro… É um filme lindo e um tanto melancólico. Obviamente, não foi feito para crianças!

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Por última um que eu vi recentemente e que tem um enredo um tanto… bizarro. A Pequena Loja de Suicídios é uma animação musical francesa e conta a história de uma família que lucra vendendo produtos para quem quer cometer suicídio (como: cordas para se enforcar, venenos, armas e etc…). É quase uma ordem que todos os membros da família precisam ser mal-humorados e deprimidos, porém, um dia, a mãe tem um outro filho e, para o susto de todos, esse nasce sorridente e contraria todo o histórico da família. Ao contrário dos outros, o menino acha errado que as pessoas se matem e acredita no lado bom das coisas. Um filme com uma ótima mensagem!

Bem, fiz esse post pra comentar sobre animações que eu gosto e dizer para aqueles que se recusam a assistir e consideram “coisa de criança” repensar e dar uma chance, pois as animações, assim como outros filmes, trazem ótimas histórias e bons enredos – mesmo os que são destinados ao público mais jovem.

Vou terminar esse post com uma pergunta: Qual a animação favorita de vocês?