#Artista da Semana: Björk

Hey!

Existem músicas que são difíceis de digerir! Simplesmente por serem fora do comum e às vezes, ao escutá-las de forma superficial, acaba não agradando – até o momento que você para e presta atenção, deixa ser consumido e passa a entender, a avaliar o conceito artístico por trás das músicas que soam estranhas e os clipes aparentemente sem sentindo e é nesse momento que você compreende que está diante de algo maior do que parece.

Bem, escrevo isso apenas para resumir a minha experiência com a Björk uma artista que eu conheci aos 12 anos de idade e na primeira tentativa, não gostei. Foi depois de alguns meses – já com 13 anos – que eu parei para realmente escutar e entender todo o conceito. Assim, a islandesa com rosto de criança me conquistou!

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Antes, uma lista das minhas músicas favoritas (não está na ordem da que eu mais gosto):

(Vale lembrar que pra ouvir a música é só clicar no nome!)

  1. Where is the Line?
  2. Human Behaviour
  3. Crying
  4. Army of Me
  5. Play Dead
  6. Oceania
  7. It’s Oh so Quiet!
  8. Bachelorette (meu clipe favorito!)
  9. All is Full of Love
  10. Pagan Poetry
  11. Innocence
  12. Declare Independence
  13. Earth Intruders

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Björk nasceu na Islândia em 1965 e começou a carreira logo criança, quando com a ajuda de seu padrasto, gravou o primeiro álbum intitulado apenas Björk. Conforme crescia, ela começou a se aproximar do mundo punk e assim, começa uma banda só de mulheres chamada Spit and Snot. Após algum tempo – vendo que esse tipo de música não a inspirava mais – entrou em uma outra banda, agora pós-punk, chamada Exodus, mas essa dura pouco tempo. Ela não desiste e assim, tenta novamente, dessa vez com a banda Tappi Tíkarrass, com essa, ela grava dois discos e ganha mais visibilidade em seu país. Depois, veio outras duas: KUKL e The Elgar Sisters. Estando cada vez mais inspirada, ela acaba fundando a banda The Sugarcubes que lhe rendeu reconhecimento em outros países; quando a banda se separou em 1992, Björk decidiu trilhar o caminho sozinha e assim lançou o Debut que a deixa cada vez mais conhecida, mas é com o segundo disco – Post – que ela alcança a fama mundial.

Björk também se aventurou no cinema, protagonizando o filme Dancer in the Dark do diretor Lars von Trier. O filme lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no festival de Cannes. Ela também lançou o cd com a trilha sonora e gravou uma música com a participação de Thom Yorke da banda Radiohead chamada I’ve Seen It All que foi indicada ao Óscar de Melhor Canção.

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Como eu falei na introdução desse post: conheci a Björk aos doze anos de idade depois de ler uma entrevista com a Amy Lee do Evanescence em que ela listava o álbum Post como um dos seus favoritos de todos os tempos. Assim, resolvi seguir as dicas e pesquisei suas músicas, não gostei de primeira. Suas músicas eram alternativas demais para um garoto acostumado com as canções feitas de forma, digamos, linear. É esse o perigo de desistir na primeira tentativa, pois aos poucos, ela foi me conquistando com suas músicas, letras incríveis e enigmáticas, clipes complexos e – na minha opinião – é a artista mais expressiva e criativa de todos os tempos (#chora #LadyGaga). Super indico!

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Bem, é isso!

Um beijo do Mágico e volte Sempre!

 

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Publicado por

Bruno M. Foster

Leitor assíduo. Pianista em formação. Aspirante a escritor. Compositor. Apaixonado pelas artes. Fã incondicional de Damien Rice, Amy Lee, Fiona Apple, Lana Del Rey, Gerard Way e Regina Spektor. Idolatra Edgar Allan Poe, George R. R. Martin, Stephen King, William Shakespeare, Arthur Rimbauld, J.K Rowling, Charles Dickens, Jonathan Safran Foer, Álvares de Azevedo, Clarice Lispector, Ernesto Sabato, George Orwell e etc... Comum. Um tanto tímido, mas tentando quebrar alguns muros. Está sempre procurando inspiração nos mais improváveis lugares, desde alguém interessante na rua à uma árvore que parece solitária em uma praça. Superando o negativismo. Aprendendo a não se concentrar no lado ruim do ser humano e passar a observar as coisas boas. Cinéfilo iniciante. Sonha em ser escritor, cantor e dividir os mundos existentes em sua cabeça com as pessoas. Usa o blog para tentar encontrar pessoas com os gostos parecidos ao dele.

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