#Mágico na TV: Veronica Mars

Hey!

Hoje eu vou comentar sobre uma série que  eu amo de paixão e que já re-assisti tantas vezes quanto Friends. Descobri a série em 2009, assisti todos os episódios freneticamente e posso dizer que é a melhor série de high school que eu já assisti. Estou falando de Veronica Mars.

Imagem

Há um ano atrás, Veronica Mars vivia uma vida pacata e normal como a de qualquer outra adolescente. Seu pai era xerife e sua mãe uma ótima esposa e dona de casa. Namorava Ducan Kane, filho do milionário Jake Kane e era melhor amiga da irmã caçula, Lily Kane. As coisas começam a desmoronar quando um dia, Lily é assassinada. O pai de Veronica sendo o xerife, tem como principal suspeito o patriarca da família Kane, Jake. Entretanto, a maior parte dos moradores da pequena cidade de Neptune não acredita na acusação e acabam se virando contra a família Mars. Jake Kane fica livre, Keith Mars perde o posto de xerife e Veronica perde todos os amigos, além da mãe que se tornou alcoólatra e após não aguentar a pressão, abandonou a família. Um novo xerife assume o cargo e pouco tempo depois prende um homem chamado Abel Koontz, acusado pelo assassinato; o que ajuda a destruir ainda mais a credibilidade de Mars.

“Esta é a minha escola. Se você estuda aqui, ou seus pais são milionários ou trabalham para milionários. Neptune, Califórnia. Uma cidade sem classe média.”

Decidindo mostrar para todo mundo que ainda podia andar de cabeça erguida, Veronica decide ir a uma festa onde todos os seus ex-amigos estarão e é nessa festa que ela acaba drogada e estuprada – matando a última partícula restante da garota ingênua que era. Quando tenta denunciar o caso ao xerife, ele zomba dela e envergonhada, ela resolve não contar o ocorrido a mais ninguém.

Seu pai acaba montando um escritório e começa a trabalhar como detetive particular e Veronica o ajuda em algumas investigações, mas a vida continua um tanto amarga para os dois com a falta de dinheiro. E é com muitos problemas e várias questões para solucionar que inicia a série Veronica Mars.

Imagem

Estrelado por Kristen Bell o seriado estreou em 2004 na CW e terminou em 2007 quando foi cancelada no final da 3º temporada (aquela injustiça básica que sempre acontece às séries boas). Ao longo dos anos os fãs da série se reuniram várias vezes em campanhas pedindo uma nova temporada ou pelo menos, um filme (eu participei de uma das campanhas em 2010 pelo facebook, tirei foto com plaquinhas e tudo! xD). Sentindo todo o amor dos fãs e com total apoio dos atores principais, o criador da série resolveu criar uma campanha oficial para arrecadar dois milhões de dólares para um filme, a campanha deu certo e no final acabaram arrecadando quatro milhões. Em 2013, finalmente pudemos nos deleitar com um filme incrível costurando todas as pontas soltas deixadas pelo cancelamento e com a aparição de praticamente TODOS os personagens que estiveram na série original.

“A tragédia passa pela sua vida como um tornado, desenraizando tudo, criando o caos. Você espera a poeira abaixar e então faz a sua escolha. Você pode viver nos escombros e fingir que ainda é a mansão de que se lembra. Ou, pode rastejar pelos restos e lentamente, reconstruir tudo. Por que, depois do desastre a parte importante é seguir em frente. Mas, se você é como eu, você continua procurando a tempestade.”

Veronica (Ep 3: Meet John Smith)

Imagem

Enfim, Veronica Mars é uma série especial, pois todo o roteiro é bem trabalhado, os diálogos são incríveis e o sarcasmo rola solto. Veronica é uma personagem apaixonante, corajosa e sem papas na língua. Apesar do plot principal de cada temporada, cada episódio tem uma trama paralela que se resolve nele mesmo e na maioria das vezes, traz uma pista para o mistério principal. Por exemplo, na primeira temporada o grande foco é o assassinato de Lily Kane, porém, cada episódio traz um caso menor a ser resolvido que vai desde adultérios à garotos querendo reencontrar o pai, ou da investigação de uma seita à um assassino que sufoca garotas com cordas de guitarra. Isso torna a série muito dinâmica.

Imagem

Os personagens são muito legais e completos, mesmo aqueles que possuem papéis pequenos tem suas personalidades bem definidas. Além da própria Veronica, eu adoro personagens como Logan Echolls (ex-namorado da Lily, melhor amigo do Duncan e mais um dos que não gostam da V), Wallace Fennel (melhor amigo da V), Weevil (líder da gangue de motoqueiros da cidade), Mac (a ‘gênia’ da informática) e o próprio pai da V, Keith – o relacionamento dos dois é bem explorado e os atores tem uma química incrível, inclusive ganhando um prêmio de ‘Relação Pai-Filha de 2006’ no Family Television Awards.

Weevil: “Eu preciso da sua ajuda!”

Veronica: “Ah, se eu ganhasse 50 pratas toda vez que alguém diz isso”

Weevil: “Olha, eu sei que deve ser difícil ser você…”

Veronica: “Não, sério, se você quer que eu continue te escutando, vou precisar de 50 pratas!”

Aliás, falando em personagens, vários atores que ficaram conhecidos mais tarde em outros séries ou filmes, já fizeram pontinhas em VM, como Leighton Meester (a Blair de Gossip Girl), Max Greenfield (o Schmidt de New Girl), Amanda Seyfried, Diana Agron (a Quinn de Glee), Alona Tal (a Jo de Supernatural) e até a Paris Hilton fez uma pontinha em um episódio fazendo o que ela faz de melhor: a riquinha bitch.

Imagem

Enfim, VM é uma série bem acima da média e apesar de contar com personagens adolescentes e alguns dos dramas comuns da idade, traz vários temas maduros, personagens bem construídos, excelentes diálogos, uma trilha sonora maravilhosa e tramas bem construídas e amarradas. Sério, não importa o quanto você tente, você nunca descobre os mistérios antes da hora.

Imagem

Então é isso, pessoal!

Fica aqui uma dica de uma série muito boa!

Beijo do Mágico e voltem sempre!

Imagem

Anúncios

“Cuz there’s nothing else to do. Every me and every you”

Hey

O título desse post veio da música da banda Placebo chamada Every Me Every You que também inspirou o título do livro do qual eu vou falar hoje. Ano passado eu li o livro Every Day do David Levithan e me surpreendi muito. Recentemente pude ler mais um de seus livros e aos poucos, Levithan está entrando na minha lista de autores de young adult favoritos. Bem, vamos para a resenha:

Imagem

Evan está se sentindo solitário desde que perdeu a sua amiga, Ariel – não ficamos sabendo o que aconteceu com ela até o final do livro, tudo que percebemos é que, de alguma forma, ele se sente culpado por isso. Um dia, enquanto está voltando para casa, Evan encontra um envelope no chão e ao abrir, encontra uma estranha fotografia mostrando o exato lugar onde ele se encontra; achando estranho, mas considerando apenas uma coincidência bizarra, ele ignora – porém, guarda a foto mesmo assim. Tudo se torna assustador quando, no dia seguinte, ele encontra uma segunda foto no mesmo lugar, só que dessa vez, é uma foto dele olhando o envelope do dia anterior e é a partir daí que inúmeras outras fotografias começam a aparecer, sempre em lugares inusitados e com uma estranha ligação com sua amiga, Ariel. Enquanto tenta desvendar o mistério, mais alguém é envolvido na história; Jack, o ex-namorado de Ariel, por quem Evan nutre um sentimento ambíguo de “quase amizade” e “quase raiva” (ok, talvez raiva não seja a palavra certa, está um pouco mais para ciúmes).

Imagem

A história é contada em primeira pessoa sobre o ponto de vista de Evan e há várias frases ou até mesmo parágrafos inteiros riscados que servem para mostrar o que ele realmente pensa sobre algo, ou o que queria realmente dizer, ou até mesmo, curtos flashbacks de seus momentos com Ariel e é inclusive nesses curtos momentos em que podemos recolher pistas sobre o que realmente aconteceu com a garota.

Imagem

O livro é curto, apenas 242 páginas, porém consegue nos trazer um misto de emoções além da áurea de mistério que faz com que fique impossível largá-lo. Pode ser considerado também um “romance fotográfico”, pois não temos uma descrição da foto e sim a própria foto, tornando tudo ainda mais crível – palpável – para o leitor. Os capítulos são curtos e frenéticos então é difícil se entediar.

Esse é o segundo livro do Levithan que eu leio e posso dizer que gostei muito. Sua escrita é simples, mas bem colocada e desenvolvida, deliciosa de ser lida. Vez ou outra o drama me irritou um pouquinho, mas conforme os motivos vão sendo explicados, você passa a entender o porquê. Apesar do suspense e tudo o mais, o foco principal da história é falar sobre as escolhas e sobre escolher a certa, mesmo que isso acabe tendo consequências. O paralelo entre Evan e Jack também é muito interessante, pois temos duas visões sobre o mesmo assunto e cada um está lidando com ele de uma forma.

Imagem

Apesar de eu estar satisfeito com o final, eu esperava ver algo mais – não vou entrar em detalhe para não dar spoilers. Gostei quando entrou uma nova visão sobre o acontecido e fiquei satisfeito com a descoberta do que aconteceu com Ariel. Porém, repetindo, gostei muito do relacionamento entre o Evan e o Jack e sobre como cada pessoa tem uma visão particular sobre tudo. No final, às vezes, certas ou não, algumas decisões trazem consequências e sim, podemos nos sentir culpado, mas como o próprio Jack diz, não podemos deixar de viver por conta disto.

Enfim, tenho outros dois livros do Levithan aqui em casa e mal vejo a hora de lê-los.

É isso aí e por hoje é só, pessoal!

Beijos do Mágico e voltem sempre!

Imagem

 

► Playlist da semana! ♫

Imagem

Resolvi começar mais uma coisa aqui no blog: a playlist da semana. É um post simples que vou tentar fazer toda semana indicando cinco músicas de artistas e gêneros variados. Espero que gostem:

#1 LANA DEL REY – GODS AND MONSTERS

#2 DAMIEN RICE – COCONUT SKINS

#3 BRIDGIT MENDLER – FORGOT TO LAUGH

#4 NIRVANA – POLLY

#5 LORDE – BUZZCUT SEASON

Imagem

Aliás, amanhã sai resenha nova! 😉

Os Contos de Fadas

Hey!

Os contos de fadas sempre me acompanharam desde a mais tenra idade. Meu primeiro contato com essas histórias atemporais foi através das animações da disney e de um programa antigo da TV Cultura chamado Contos de Fadas, e desde sempre me encantei com a magia presente neles além das lições; também li inúmeros livros infantis com esses contos adaptados. Nos últimos anos, foi disseminado pela internet a informação de que as histórias originais eram mais sangrentas e violentas do que aqueles que crescemos ouvindo. Como hoje em dia, precisamos duvidar do que lemos na internet, resolvi ler os originais por conta própria e tirar minhas próprias conclusões. Então, nesse post vou mostrar quais são os contos que realmente tem cenas violentas ou finais bizarros e quais não os tem…

Imagem

Essa edição linda e em capa dura da editora Zahar reúne os contos dos irmãos Grimm, Charles Perrault, Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, Hans Christian Andersen, Joseph Jacobs e um outro anônimo. Ao todo são vinte contos com o texto integral, ou seja, nenhuma adaptação, foi traduzido diretamente do original.

Bem, vou por partes e comentar um autor de cada vez começando pelos mais conhecidos e falados: Jacob e Wilhelm Grimm. Entre suas histórias mais famosas estão: A Bela Adormecida, Branca de Neve, Rapunzel e João e Maria; além da versão deles de Chapeuzinho Vermelho. Há alguns anos, vários sites e páginas do facebook espalham que os contos originalmente escritos pelos irmãos Grimm eram recheados de bizarrice, sangue, estupros e outras coisinhas nada ortodoxas. Eu ultimamente duvido da maioria das coisas postadas principalmente por páginas no facebook que carecem de uma pesquisa mais aprofundada e apenas postam a primeira coisa que acham sem se questionar se é verdade ou não. Sim, há algumas coisas estranhas, por exemplo, quando a rainha exige os pulmões e o fígado de Branca de Neve para então comê-los no jantar, além do castigo que teve no final, sendo obrigada a calçar sapatos feitos de ferro e dançar sobre a brasa. E claro, em João e Maria temos a mãe do ano que resolve largar os filhos sozinhos em uma floresta para morrer. E é isso gente! Esqueçam as histórias bizarras sobre cadáveres estuprados, João e Maria devorando a bruxa ou Chapeuzinho Vermelho praticando canibalismo, essas versões são histórias da carochinha. Aliás, a versão dos irmãos Grimm para Chapeuzinho Vermelho é exatamente aquela que conhecemos, com o caçador salvando-as mais tarde (diferente da versão de Perrault da qual vou comentar daqui a pouco). No final, os irmãos Grimm são os donos das histórias com mais “e viveram felizes para sempre”.

Imagem

Agora, um autor que pode sim, ser considerado bizarro é Charles Perrault, escritor dos contos: Cinderela, Pele de Asno, O Gato de Botas, O Pequeno Polegar, Barba Azul, além da sua versão de Chapeuzinho Vermelho. Com exceção de Cinderela que é a mesma historinha que conhecemos, com final feliz e tudo (sim, nada daquela versão contada por aí das irmãs cortando os próprios dedos para calçar o sapatinho), as outras tem momentos chocantes. Em Pele de Asno temos uma tentativa de incesto, onde o pai tenta casar com a própria filha – que acaba fugindo. O Gato de Botas que ensina que roubar e enganar as pessoas é muito legal. O Pequeno Polegar eu não consegui gostar por ser apenas uma versão esquisita de João e Maria (não posso afirmar nada, pois não sei qual veio primeiro). Agora, dois contos realmente me deixaram chocado. O primeiro foi Barba Azul que conta a história dessa esposa que se casa com um estranho homem de barba azul e ao se mudar para sua casa recebe o aviso de nunca tentar abrir a porta do porão, então – ensinando que a curiosidade realmente matou o gato – a mulher acaba xeretando e descobre os cadáveres de todas as antigas esposas pendurados na parede por ganchos. E claro, sua versão de Chapeuzinho Vermelho onde o lobo devora a menina e fim. O curioso é que no final de cada conto, Perrault nos deixava um versinho com uma lição de moral e a de Chapeuzinho, me fez pensar que o conto é um alerta para as garotas sobre os “lobos em pele de cordeiro”:

“Vemos aqui que as meninas,

E sobretudo as mocinhas

Lindas, elegantes e finas,

Não devem a qualquer um escutar.

E se o fazem, não é surpresa

Que do lobo virem o jantar.

Falo “do” lobo, pois nem todos eles

São de fato equiparáveis.

Alguns são até muito amáveis,

Serenos, sem fel nem irritação.

Esses doces lobos, com toda educação,

Acompanham as jovens senhoritas

Pelos becos afora e além do portão.

Mas aí! Esses lobos gentis e prestimosos

São, entre todos, os mais perigosos.”

Uma coisa que eu percebi nos contos de Perrault e dos Grimm é que naquela época acreditava-se que a única forma de ser feliz era se tornando rico ou se casando (com um homem rico), ou seja felicidade = dinheiro; creio que isso deve-se ao fato de naquela época não existir classe-média, ou você era pobre e miserável, ou você era rico – nada de meio-termo.

Imagem

Hans Christian Andersen tem dois dos contos mais tristes que eu já li. Nessa minha edição os contos dele que aparecem são: A Roupa Nova do Imperador, O Patinho Feio, A Pequena Vendedora de Fósforos, A Pequena Sereia e o A Princesa e a Ervilha. Bem, A Roupa Nova do Imperador é o meu conto favorito, pois os dois charlatões que fingem costurar a tal roupa que não pode ser vista por quem não é digno, ensinam ao leitor como funciona o ego das pessoas, pois ninguém queria admitir que não enxergava absolutamente nada, todos tinham a necessidade de fingir para não serem tachado de burros e no final, foi preciso uma criança gritar no meio do desfile “O imperador está nu” para todos perceber que foram enganados. O Patinho Feio é a mesma história que conhecemos, talvez só um pouco mais longa e o A Princesa e a Ervilha é uma história curta e bem patética, prefiro ignorar. A Pequena Vendedora de Fósforos é simplesmente lindo, além de muito triste e gerou um curta belíssimo da Disney que você pode assistir aqui. Agora vamos para o que mais me chocou: A Pequena Sereia. A história da Ariel sempre foi a minha favorita da Disney, além de ser o primeiro musical que eu assisti na minha vida (falo mais sobre isso no meu post sobre animações), porém o conto original me assustou. Como Ariel é a sereia com a mais bela voz do reino do mar, a bruxa a pede em troca, assim decepando a língua da menina. Além disso, após ela conseguir as pernas, toda vez que pisa no chão tem a sensação de que centenas de facas afiadas penetram na sola dos pés e a coisa não para por aí, se Ariel não conseguir conquistar o príncipe ela morre e como tudo nesse conto é lindo, o rapaz acaba se casando com outra. As irmãs de Ariel preocupadas, oferecem os seus cabelos a bruxa em troca de solução para que a garota volte a ser uma sereia, só que a único meio de voltar a ser o que era é cravando uma faca no peito do príncipe; estando perdidamente apaixonada por ele, Ariel não consegue matá-lo, tendo assim o seu horrível destino cumprido.

Imagem

Há também nesse livro dois contos de Joseph Jacobs: João e o Pé de Feijão e A História dos Três Porquinhos. A história de João é a mesma que ouvimos na infância, já em Os Três Porquinhos uma coisa me surpreendeu: tanto o porquinho da casa de palha quanto o da casa de madeira são devorados pelo lobo (que mais tarde acaba virando o jantar do porquinho da casa de tijolos).

E por último há mais dois contos, A Bela e a Fera, escrito por Jeanne-Marie Leprince de Beaumont que é lindíssimo e eu super recomendo, aliás, há uma animação bem fiel a esse conto que eu assisti muitas vezes quando era criança – sem ser a da Disney -, mas não consegui mais achar em lugar algum e isso me perturba até hoje (:(). O conto que encerra o livro é um em que não se sabe quem foi o autor: A História dos Três Ursos, que conhecemos aqui como Cachinhos Dourados e os Três Ursos. Esse conto em particular me fez perceber que o grande vilão da história é Cachinhos Dourados e não os ursos; estes não desconfiavam de ninguém, sempre deixavam a porta aberta e confiavam em todos, então ter a sua casa invadida, seu mingau tomado, sua cadeira quebrada e suas camas violadas, serviu como aprendizado para os ursos.

Imagem

Mesmo com algumas bizarrices, os contos de fada sempre estarão vivos no imaginário das pessoas e serão sempre passados de pais para filhos. Seja a versão crua e original, seja a adaptada s lições continuam presentes em cada história mesmo na forma menos ortodoxa. Quero que esse post sirva para que algumas dúvidas sejam esclarecidas à respeito da versão original de certos contos de fadas e para que as pessoas parem de acreditar em tudo sem nem ao menos parar para pesquisar.

Para os interessados, há uma edição muito bonitinha com todos os contos dos irmãos Grimm e a mesma editora, lançou outros com todos os contos de Perrault e de Andersen… Eu tenho a dos Grimm:

Imagem

Por hoje é só, pessoal!

Um Beijo do Mágico e Volte Sempre!

Imagem