#Mágico na Tv: Chosen

Hey!

Bem, como eu estou lendo uns livros grandes ultimamente e sei que não vou terminar logo, resolvi falar de séries. Uma em particular me foi apresentada pela minha amiga (Beijo, Andressa!) e que me viciou totalmente. Estou falando da excelente Chosen.

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Ian Mitchell (Milo Ventimiglia) é um advogado criminal, divorciado da esposa Laura (Nicky Whelan) e pai da pequena Ellie (Caitlin Carmichael) de sete anos. Em uma manhã, enquanto se aprontava para o trabalho; a campainha toca. Ao checar a porta, encontra uma caixa sobre a soleira e dentro, há a foto de um homem desconhecido e uma arma – para complicar ainda mais essa manhã, alguém tenta alvejá-lo logo em seguida. Ao chamar a polícia e ser tratado com sarcasmo por eles, Ian resolve descobrir quem é o homem da foto e é ao encontrá-lo que ele descobre que está preso em um jogo sádico cujas regras são a seguinte: você deve matar a pessoa que estiver na foto e se não o fizer, algo acontece às pessoas que ama; ao mesmo tempo, outra pessoa receberá uma caixa com a sua foto. Além do jogo de gato e rato, de alguma forma, os sádicos e misteriosos organizadores conseguem observar tudo que os peões estão fazendo a todo momento.

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Com apenas três temporadas até o momento, seis episódios por temporada e vinte e três minutos cada episódio; Chosen tem um ritmo frenético e alucinante, onde não há espaço para momentos de lentidão e tudo corre como se até a vida do telespectador estivesse em risco. Repleto de reviravoltas, momentos de perder o fôlego e muitas cenas de ação; nos vemos preso a esse jogo e também vivendo um grande conflito, pois apesar de termos nossos personagens favoritos, sabemos que ninguém está nesse jogo porque quer e todos são inocentes. O problema que após a primeira caixa, sempre haverá outras. É um ciclo infinito. Mesmo assim a série não se perde e os roteiristas capricham nos cliffhangers tornando impossível assistir um único episódio (sério, você quer ver tudo de uma vez e depois fica igual a mim, sofrendo até o lançamento da quarta temporada).

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A série toda me surpreendeu, a trama é bem elaborada e as atuações estão incríveis. Palmas especiais para a atriz mirim que interpreta a Ellie que dá um show de atuação. Fica aí a dica para todos de uma série excelente e que merece ser assistida e ser mais conhecida!

É isso aí e por hoje é só pessoal!

Um beijo do mágico e voltem sempre!

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#MágicoResponde – TAG Os Sete Anões!

Hey!

Resolvi começar mais uma coisa aqui no blog. Sempre gostei de ver as tags em canais literários e outros blogs, mas nunca tomei a iniciativa de respondê-las. Porém, depois de pensar bastante decidi que seria divertido; até porque eu não tenho o costume de fazer resenha de TODOS os livros que eu leio e com as tags seria uma forma interessante de comentar sobre aqueles que não deram o ar da graça por aqui.

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Então, a tag que eu escolhi para começar eu vi no canal Little House of Books e foi criada pelo Renan do canal Orientalmente Falando e consiste em escolher sete livros de acordo com a característica de cada anão de Branca de Neve. So, here we go!

1. MESTRE: Um livro que te transmitiu/passou muitos conhecimentos

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Bem, para o primeiro exemplo eu precisei escolher o Ensaio Sobre a Cegueira do José Saramago; não diria que me transmitiu conhecimentos, mas me trouxe inúmeras reflexões sobre a humanidade em si e até onde o homem é capaz de ir pela sobrevivência.

2. ZANGADO: Um livro muito chato

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Hmm… Difícil essa, mas creio que vou escolher o A Hospedeirada Stephanie Meyer, pois não consegui sair da página 100 de tão chato.

3. FELIZ: Um livro divertido/engraçado

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Esse é o mais fácil de escolher: a série Diário de um Banana! Já li todos os oito livros e sempre me garante inúmeras risadas, recomendo a todos.

4. SONECA: Um livro cansativo que te deu sono durante a leitura

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O livro era curto, mas me deu sono durante toda a leitura: O Diabo do Liev Tolstói. Chato e chato. E além disso tanto o final oficial quanto o alternativo não me deixou empolgado.

5. ATCHIN: Um livro que contagiou todos mas que tu leste e não gostaste

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Simples: 50 Tons de Cinza da E. L. James

6. DENGOSO: Um livro que se tornou num dos teus favoritos

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Putz, nesse caso é impossível escolher um só: Extremamente Alto & Incrivelmente Perto do Jonathan Safran Foer, Menino de Ouro da Abigail Tartelin, Deixa Ela Entrar do John Ajvide Lindqvist, O Retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde… E tantos e tantos outros! xD

7. DUNGA: Um livro que não precisas de dizer nada sobre ele porque a capa e o título já dizem tudo

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Essa eu achei particularmente difícil e não consegui pensar em nada além da saga Harry Potter da J. K. Rowling cujas capas tem vários desenhos e referências ao que vai acontecer no livro e os títulos são bem específicos.


 

Então, é só isso por hoje pessoal!

Quem tiver um blog ou canal literário, fique à vontade para responder, só não se esquece de mencionar onde você viu e também, quem criou a tag.

Um beijo do mágico e volte sempre!

#Fui

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“Mostrando ar sereno e são, o rosto esconde o falso coração” – Macbeth

Hey!

Bem, estou cada vez ampliando mais a minha experiência com Shakespeare e posso dizer que estou me apaixonando. Hoje vou falar da peça que se tornou a minha favorita até o momento (ainda não li Hamlet, então pode ser que perca esse posto): Macbeth – escrito em 1606 e mesmo assim, continua foda! (por falta de um palavreado melhor).

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Macbeth é o general do exército do rei, ao lado de Banquo e é reconhecido por sua lealdade que fica ainda mais em voga ao matar um traidor (“[…] Que, sem saudar e sem dizer adeus, descoseu do umbigo até a goela e fincou-lhe a cabeça nas ameias.“). Um dia andando ao lado de Banquo, os dois encontram três bruxas e estas profetizam três coisas para Macbeth – entre elas, de que um dia ele será rei (“Salve Macbeth, que um dia há de ser rei”). Quando duas das profecias se concretizam, Macbeth começa a considerar a promessa de reinado feita pelas três bruxas e ainda recebe o apoio de sua esposa, Lady Macbeth. É então, que eles resolvem aproveitar a deixa da visita do rei ao seu castelo, para matá-lo. Lady Macbeth embebeda os guardas enquanto Macbeth mata o rei. Os guardas são culpados pelo crime e antes de poderem se defender, são mortos e assim Macbeth se torna rei e inicia um banho de sangue além da imersão na loucura.

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“Muita vez, pra levar-nos para o mal, as armas do negror dizem verdades; ganham-nos com tolices, pra trair-nos em questões mais profundas” – Banquo

Meu primeiro contato com Shakespeare foi através de Romeu e Julieta (na verdade, graças à adaptação de 1965 que me fez ficar curioso para ler a peça – há uma resenha aqui no blog!) e apesar da peça não ser a minha favorita, foi o bastante para fazer com que eu me aventurasse na literatura shakespeariana. Enquanto R&J é um pouco mais lento, Macbeth tem um ritmo frenético e várias cenas repletas de tensão. A forma que o personagem se corrompe à medida que a ganância cresce, é incrível. A partir do momento que ele se entregou a isso, toda a fileira de dominós começou a desmoronar e ele começou a ficar paranoico – matando várias outras pessoas no percurso, temendo perder o posto que usurpou.

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Uma das coisas que eu mais gostei foram as consequências psicológicas (Macbeth vendo fantasmas e Lady Macbeth tentando limpar o sangue das mãos quando está sonâmbula) e toda a paranoia e os atos cometidos deixam a peça ainda melhor. Muitas pessoas culpam Lady Macbeth pelo assassinato, afirmando que ela foi a principal influência para que Macbeth cometesse o ato; entretanto, assim que as duas profecias se cumprem, ele já começa a ter pensamentos gananciosos e malignos em relação ao rei Duncan. Marido e esposa tem sua parcela de culpa, mas jogá-la toda sobre Lady é estupidez.

Talvez a única coisa que tenha me incomodado nessa peça seja o ato final, que eu achei o desenrolar um tanto apressado – talvez Shakespeare tivesse um prazo para terminá-la. Mesmo assim, Macbeth continua sendo uma peça excelente, repleta de reviravoltas e que me fez desejar estar no séc XVII só para assisti-la em primeira mão.

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Meu conselho para todos os amiguinhos é: Leia Shakespeare! xD

Então, isso é tudo pessoal.

Um Beijo do Mágico e volte sempre!

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